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Postado por: Ryu segunda-feira, 5 de outubro de 2015


Call of Duty... Qual melhor exemplo pra se usar de franquia de video games que estagnou há tempos e mesmo assim continua meramente porque ainda vende e a empresa responsável por ela precisa encher a cueca de dinheiro, não é mesmo? Muita gente vê Call of Duty como um compilado de absolutamente tudo o que há de mais terrível com a indústria dos video games hoje em dia, uma franquia mainstream nojenta e sem substância que apela pro mais baixo denominador comum do público dessa área.

Ou seja: Call of Duty é basicamente o Nickelback dos video games. E outra franquia que tá construindo (ou até já construiu a esse ponto) essa mesma reputação com a comunidade no geral é Assassin's Creed que conseguiu a proeza de saturar exatamente na mesma geração em que se iniciou... Mas como o post é sobre Call of Duty especificamente, então vou deixar Assassin's Creed pra falar sobre algum outro dia.

Mas pois é, Call of Duty é o Nickelback dos jogos. Vende muito porque apela pra pessoas que nem têm padrões tão altos assim e se agradam com relativa facilidade, porém o público mais "expert" na área despreza a série com todas as forças principalmente na internet. Duvida? Vai no Youtube e pesquisa algum vídeo bem assistido relacionado a algum jogo popular antigo, pode ser pro SNES, pro PS1, pro Mega Drive ou o que for. As chances de você achar um comentário dizendo "Esse jogo é melhor que aquele lixo de Call of Duty" com likes pra caralho são absurdamente altas, e até fora do Youtube geralmente quando alguém fala mal de algum jogo que todo mundo gosta, alguém seeeempre chega e responde "APOSTO QUE VC GOSTA DE COWADOODY HAR HAR HARRR" como se isso tivesse alguma relevância.

Eu não tenho nenhum histórico ou nenhuma relação grande com Call of Duty, só conheci a série na geração passada, joguei uns jogos, gostei de uns e não gostei de outros e... Meio que não me mantive interessado o suficiente nela pra querer jogar tudo. Mas por acaso eu acho que Call of Duty merece o ódio que recebe do povão todo aí? Merece essa comparação com Nickelback? A resposta é meio que sim mas meio que não também, mas pra que isso faça algum sentido, a gente tem que olhar todo o contexto em volta dessa bendita franquia e o que aconteceu depois que ela ficou popular.

Agora a comparação com Nickelback eu já acho que meio que não merece porque apesar de realmente apelar pro menor denominador comum e tal... Call of Duty pelo menos tem algum crédito e até já foi bom em algum momento. Nickelback, por outro lado, sempre foi uma boa bosta de banda mesmo, então por esse lado a comparação tem uma metade não merecida também.


Como eu havia dito, Call of Duty já foi bom, ou ao menos mais respeitável do que é hoje em dia. E eu não estou falando dos Call of Duty pro PS2, nunca joguei nenhum dos três lá e nem sequer conhecia essa série na época, foi em 2007 com a chegada do PS3 e do Xbox 360 que eu de fato comecei a ver essa série ganhando atenção de revistas, do público, de sites na internet e a porra toda. O jogo em questão que pegou todos esses holofotes foi Call of Duty 4: Modern Warfare, desenvolvido pela Infinity Ward e publicado pela Activision.

Eu não sou nenhum expert em FPS ou até shooters em geral, mas os poucos jogos do gênero que eu joguei até então geralmente eram mais abertos, você explorava os cenários e achava um bocado de armas diferentes, atirava nos outros (duh), algumas vezes até chegava a ficar perdido, tinham bosses que geralmente eram monstros ou aquele personagem mais forte/resistente por ser um principal da história do jogo, o filho da puta levava 500 tiros na cabeça e mesmo assim não morria, tava lá te saraivando de tiro de volta. Em resumo, os jogos FPS que eu joguei eram bem "video game" mesmo, e não tinha nada de errado com isso pra ser honesto... Ah, e uma caralhada deles era baseado na Segunda Guerra Mundial também.

Então aparece Call of Duty 4, um FPS que tira proveito do poder dos consoles da então nova geração pra fugir quase totalmente desse formato mais "video game" que os jogos mais antigos do gênero tinham e entregar uma experiência mais cinemática, mais realística e contida, de certa forma. Quando eu o joguei pela primeira vez em 2008, admito que fiquei bem impressionado com quase tudo que esse jogo fazia, a ambientação moderna talvez não era muita novidade, porém ela nunca tinha sido representada de uma maneira tão imersiva quanto a que Call of Duty 4 apresentava. Os ambientes eram realísticos, mas também eram sombrios, intimidadores, uns locais devastados pelas guerras que ocorreram durante a história do jogo, claro que isso também se deve aos gráficos que pra época eram impressionantes e bem detalhados, mas ainda assim foi uma coisa bem única ao menos pra mim.

Mapas abertos? Você não vai encontrar nenhum na campanha desse jogo, é tudo linear, você tem que ir onde o jogo quer que você vá e na maioria dos casos já tem um set de armas que o jogo te dá no começo da sua missão e provavelmente não vai se esgotar até o final dela, assim como talvez você nem precise das outras armas dos inimigos ou que você ocasionalmente encontra por aí também. A intenção disso tudo é pra que você entre mais na pele do protagonista do jogo, um sargento da SAS Britânica chamado Soap MacTavish, e sendo parte de uma unidade de operações especiais, você obviamente tem a sua missão pra cumprir e o equipamento necessário pra fazer isso, não tem tempo pra ficar andando pra lá e pra cá em um mapa aberto.

Então isso meio que torna Call of Duty 4 um jogo "menos" do que um FPS comum já que você só fica andando e atirando nos outros enquanto segue a sua missão extremamente linear? Não necessariamente, porque as missões também se certificam de compensar esse sacrifício da exploração e da liberdade do jogador sendo memoráveis por si só, na verdade a história do jogo no geral é cheia de momentos e personagens memoráveis, por incrível que pareça. A primeira missão onde a SAS invade um navio do Exército Russo já é bem intensa, principalmente quando o navio em questão começa a explodir e todo mundo tem que dar no pé pra não morrer enquanto o navio afunda, aquela cena onde você tá na pele do presidente de um país do Oriente Médio sendo levado pra execução por um dos antagonistas do jogo também é memorável, a missão no passado do Capitão Price, aquela missão no Oriente Médio que termina com uma explosão nuclear... Enfim, várias reviravoltas acontecem durante essas missões.

Quando eu terminei de jogar Call of Duty 4, até mesmo o final desse jogo me deixou apreensivo pra sequência dele, eu fiquei legitimamente interessado naquela história, queria saber o que iria acontecer depois já que tudo termina em um cliffhanger justo quando as coisas não pareciam muito boas. Minha experiência com esse jogo na época foi fantástica, e apesar de eu não tê-lo jogado desde então, eu ainda tenho um grande respeito por esse jogo, foi diferente do usual, foi atmosférico, foi imersivo, foi... Bem, um monte de coisa. E o jogo nem era só a campanha também, tinha um modo de Multiplayer online/offline com mapas abertos, modos diferentes e tudo isso que você encontra em FPS online, aparentemente isso foi o que atraiu todo esse público pra Call of Duty, o povo ama jogar esses jogos online... Eu? Meh, eu nunca liguei muito pra Multiplayer em jogos, menos ainda pra online, então o que eu realmente tive contato jogando Call of Duty 4 e gostei bastante foi da campanha principal, que hoje em dia parece que tem sido a parte menos importante pros desenvolvedores dos jogos da série.

Existe algo que eu não tenha gostado sobre esse jogo? Bem... Até que sim, admito que nem todas as missões são tão empolgantes assim, algumas eu até achei meio repetitivas, e eu ainda acho aquela mecânica do personagem tomar tiros e "regenerar" a vida dele estúpida. Pode parecer nitpick, mas eu nunca consegui engolir isso totalmente, uma barra de vida com você tendo kits médicos ou até podendo achar esses por aí nas fases talvez até contribuiria mais pro realismo e a sensação de perigo que o jogo geralmente passa. Essa vida regenerativa só me deu a impressão de que na verdade o Soap MacTavish aí era secretamente o Wolverine e tinha um fator de cura o tempo todo... Mas quer saber? Eu acho que tolero essa mecânica se o jogo for bom o suficiente, e Call of Duty 4 é bom o suficiente pra isso, só ainda tenho um pouco de ressentimento porque esse jogo criou essa mecânica estúpida e ela foi parar em outros shooters subsequentes.

Mas é isso aí, Call of Duty 4 é legitimamente um ótimo jogo no meu conceito, até considero esse como um dos "clássicos" da geração passada, provavelmente daria uma nota 8 se eu o jogasse de novo e escrevesse uma review aqui. O problema é que como esse jogo fez um sucesso tão estrondoso na geração passada, ele acabou influenciando outras desenvolvedoras a criarem seu próprio "Call of Duty" na intenção de conseguir um pedaço daquele bolo de dinheiro que a Activision ganhou com seu jogo. O resultado é algo parecido com o que houve durante os anos 80 e 90 quando Mario e Sonic ficaram populares, um monte de outras desenvolvedoras quiseram fazer igual e raramente alguma coisa boa saía disso, o gênero de platformers em si ficou meio que saturado também naquela época, mesmo existindo outros excelentes jogos do gênero.

Então quando Call of Duty virou uma franquia influente na geração passada, surgiram vários e vários FPS genéricos com propostas parecidas, mas poucos eram realmente bons, uns até eram competentes, porém eram dolorosamente derivativos e por isso falharam em causar alguma impressão. Muita gente tomou ódio de FPS por causa disso, e como Call of Duty foi a franquia que originou esse formato de jogo, esse ódio acabou sendo direcionado quase que inteiramente a essa franquia e a Activision. Não instantaneamente, mas aos poucos esse foi sendo o caso, e não ajudou muito que praticamente todo ano tinha um Call of Duty sendo lançado, isso sempre acaba atraindo alguma negatividade hoje em dia.

Call of Duty 4 saiu em 2007, em 2008 saiu Call of Duty: World at War, que já era mais baseado na 2ª Guerra Mundial que nem vários FPS anteriores e feito pela Treyarch, então em 2009 surgiu Call of Duty: Modern Warfare 2, que é de fato a sequência. Eu lembro de ter gostado do World at War porque ele fazia algo parecido com a 2ª Guerra Mundial e a retratava de uma maneira mais sombria e imersiva, porém... É só disso mesmo que eu lembro.

Modern Warfare 2, por outro lado, eu joguei com bem mais atenção e poderia dizer que achei até melhor do que o primeiro em vários aspectos. A história continuava ganhando proporções maiores, os vilões já eram mais interessantes do que os do primeiro, as cenas de ação eram bem mais intensas, um uso mais frequente de veículos, um foco maior em trabalho em equipe nas missões com direito até a Co-Op caso você queira jogar com alguém na campanha, tinha aquela missão polêmica do "No Russian" lá, o final ainda é o meu favorito dos jogos da série que eu joguei... Enfim, esse foi um resumo bem mais curto em comparação com o primeiro logo acima, mas é porque minha memória sobre ele não é tão forte quanto a do primeiro, mesmo eu tendo achado esse um jogo melhor. No fim das contas, Modern Warfare 2 também foi geralmente bem recebido, apesar que eu ouvi dizer que muita gente não gostou porque o Multiplayer online não é muito balanceado ou sei lá... Mas meh, já disse que não ligo pra essa parte dos jogos.


Então... O que aconteceu depois desses dois Call of Duty consecutivos que me agradaram? É aí que geralmente as pessoas começaram a acusar os jogos dessa série de não terem esforço colocado neles, que os lançamentos anuais eram feitos pelas coxas sem muita coisa nova pra acrescentar nos jogos e algumas vezes até sem muito polimento. Então o jogo dessa série que eu joguei e comecei a notar isso foi o que saiu em 2010, Call of Duty: Black Ops, nesse caso foi a Treyarch que fez e ele é uma sequência direta do World at War se passando na época da Guerra Fria. Não me lembro muita coisa da história pra ser honesto, não jogo esse jogo desde 2010 e minha experiência com ele não foi lá das mais positivas.

O que eu me lembro é que... Bem, esse jogo tem muito mais cenas scriptadas do que os outros e uma vez ou outra ele te deixa pilotar um veículo aqui e ali, mas no geral ele já não era tão diferente assim do que eu já joguei antes nessa série. O problema é que, ao contrário dos outros, ele já é bem menos polido mesmo, me lembro de várias vezes ter atirado em cheio nos meus inimigos e aparentemente a colisão do tiro não ter contado, ou o meu personagem ter ficado preso em alguma cobertura do cenário sem mais e nem menos. A pior parte foi em uma missão lá onde eu tinha que pilotar um helicóptero e evitar aquelas anti-aéreas que soltam mísseis quando detectavam um alvo no ar, eu não tô nem brincando, uma vez uma dessas coisas mirou em mim, atirou um míssil, eu fui esconder atrás da montanha pro míssil acertar ela e aí parar... Mas o míssil atravessou a montanha e me acertou. Fiquei tão frustrado jogando esse jogo que nem tive o interesse de terminar ele, e é uma pena porque apesar de tudo a história até que parecia interessante pelo pouco que eu me lembro dela.

Em 2011 saiu Call of Duty: Modern Warfare 3 e eu já fiquei mais animado porque pelo menos essa parte da série ainda não havia me decepcionado até então... Aí quando eu pego o jogo pra jogar, descubro que ele também é mais uma atualização do anterior do que um jogo novo de fato, e eu só o terminei porque fiquei curioso pra ver como a história se desenrolava, a conclusão dela é decente, eu acho. Mas tá aí, esse é o jogo que o povo que odeia Call of Duty sempre usa como argumento pra falar que os jogos da série são lixos reciclados sem substância e bla bla bla... E eu meio que concordo, ao menos sobre esse jogo ou até mesmo o Black Ops, eles podiam ter feito muito melhor, e olha que parece que até mesmo fãs de Call of Duty não gostaram do Modern Warfare 3 porque até foderam com o Multiplayer online dele ou algo assim.

Depois desses dois jogos, eu meio que fiquei desinteressado em Call of Duty e até passei sim a odiar a série por um tempo, mas quando esse ódio passou, eu só vi ela com indiferença. A crítica continuou adorando cegamente esses jogos enquanto a comunidade de video games foi odiando Call of Duty cada vez mais, e com motivos bem aceitáveis a esse ponto. Não joguei nenhum outro Call of Duty depois desses, saiu Call of Duty: Black Ops II e eu deixei passar, saiu Call of Duty: Ghosts e eu deixei passar também, saiu Call of Duty: Advanced Warfare e eu também não liguei, e provavelmente não vou ligar pros próximos a menos que alguém realmente me convença que valeria a pena jogar.

Um amigo meu me fala bem do Black Ops II, porém como eu não terminei o primeiro e nem lembro de muita coisa da história dele, não quero jogar esse porque provavelmente vou ficar perdido no meio da história e isso é basicamente o motivo principal de eu odiar jogar sequências sem ter jogado os antecessores. Aí eu ouvi falar que pelo visto nem a crítica gostou do Ghosts e o povo disse que esse aí é ainda mais reciclagem do que os outros dois últimos que eu joguei, o que me tirou até a mínima vontade de jogar. Tem o Advanced Warfare que parece que uns falam muito bem e outros falam muito mal, mas pelos vídeos que eu vi, ele parece pelo menos fazer coisas diferentes com essa fórmula de Call of Duty que tava ficando cansativa nos anteriores.

Então apesar de ter chegado sim a um ponto onde os jogos estavam sendo reciclagens descaradas, eu tô começando a acreditar que essa época já passou e que estão tentando tornar Call of Duty algo mais único novamente. Talvez não mereça mais tanto ódio assim e...


... Ei, pra onde diabos você vai? Volta aqui e termina de ler, caralho!

Enfim... Talvez Call of Duty mereça parte do ódio que recebe sim por essa época de títulos reciclados que tornaram a série não muito diferente dos FPS genéricos que tentaram copiá-la, mas ao mesmo tempo talvez não mereça também. O fato de que Call of Duty 4 influenciou um monte de jogos do seu gênero e acabou estagnando ele no processo não é necessariamente culpa da série Call of Duty ou da Activision, isso é como se eu falasse que Sonic é uma merda porque um dos jogos que ele influenciou foi Bubsy e passar a odiar a Sega como se todos os funcionários dela tivessem mijado fora da privada do meu banheiro por isso. Não que a Sega ou a Activision não mereçam ser odiadas por outros motivos hoje em dia, com a Activision eu não sou muito familiar fora de Call of Duty e os jogos mais antigos em que ela se envolveu, mas a Sega... A Sega fez tanta cagada que até ela mesma já admitiu isso e tá aí tentando ganhar o público de volta.

Mas se tratando de Call of Duty apenas... Sei lá, eu realmente não vejo tantos motivos pra odiar essa série hoje em dia, até mesmo essa saturação de FPS já passou, de certa forma. Mas caso você realmente odeie Call of Duty ou a Activision por causa dessa série... Não compra as porras dos jogos então, meu filho! 

Sério, eu tô cansado de ver gente que diz abertamente que odeia Call of Duty e reclama de todo jogo dessa série que sai, mas comprou todos eles pelo preço full nas épocas em que eles saíram. Se vocês realmente querem que Call of Duty passe a os agradar, então mostrem a sua insatisfação não comprando os jogos, pirateando eles, alugando, esperando o preço abaixar, sei lá, qualquer coisa, mas reclamar ao mesmo tempo que você compra os jogos originais cegamente assim que saem é muito retardado. Você tá reclamando e dando dinheiro pra Activision mesmo assim, é tipo brasileiro reclamando de governo corrupto e elegendo os mesmos filhos da puta do PT ou do PSDB pra governar o país aqui há anos, os mesmos políticos de quem eles passam o tempo todo reclamando todo dia são sempre eleitos. Será que cês não percebem como isso é estúpido?

No mais... Call of Duty é um alvo extremamente fácil de odiar sim e existem muitos motivos válidos pra fazer isso, mas eu sinto que muita gente odeia mais do que a série merece ou então simplesmente odeia por motivos bestas mesmo. Andei querendo fazer esse post desde quando apaguei os poucos posts sobre Call of Duty que tinham aqui porque não gostava deles, e também porque até hoje eu vejo gente culpando Call of Duty por tudo o que há de ruim nos video games hoje em dia, muitas vezes até em assuntos onde essa série nem ao menos se enquadra. Engraçado que eu meio que fazia isso com God of War também, sempre que eu tinha uma oportunidade de falar mal de God of War nos posts mais velhos daqui, eu falava nem que fosse só uma mera menção negativa a essa série, mesmo muitas vezes ela não tendo nada a ver com o assunto principal do post.

Agora que eu já banquei o advogado do diabo o suficiente e acho que falei tudo o que eu tinha ou queria falar sobre Call of Duty nesse post, acho que vou encerrando por aqui mesmo. Até mais, e não seja como meu eu de 2010-2011, mesmo caso você realmente odeie Call of Duty ou qualquer outra franquia tanto assim.

{ 21 comentários }

  1. MW1 > MW2 > WAW > MW3 > BO1 > BO2 > Ghosts

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    1. Por que cê acha MW1 melhor que o 2?

      Talvez minha memória só não esteja boa o suficiente, mas tinha gostado mais do 2 na época.

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    2. Não cara,O MW1 não é melhor que o 2.
      E eu acho que o BO2 é melhor que o 1,mas joguei muito pouco o 1 e não posso falar muita coisa.

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    3. BO2 é muito melhor do que o 1, mas tem que jogar o 1 até o fim pra entender a história mesmo

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    4. De acordo com um amigo meu, o Black Ops II realmente adiciona um bocado de coisa nova na série e tem uma história boa... Mas eu realmente não tô afim de jogar o primeiro de novo pra poder pegar o 2.

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    5. Vê a história no youtube ou lê ela numa wikia então, e eu acho que o BO1 nunca bugou assim comigo como você diz no texto, só achei o jogo mais ou menos

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  2. Não odeio e nem gosto, pra mim COD não faz diferença se existe ou não.

    Mas é uma surpresa que você goste de algum desses jogos, eu nunca dei uma chance de verdade porque não sou fã de FPS também.

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    1. Eu penso isso hoje em dia da série... E se você não gosta de FPS, provavelmente não vai ser Call of Duty que vai te converter pra esse gênero.

      Meu favorito ainda é Bulletstorm, no entanto.

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  3. "Call of Duty é basicamente o Nickelback dos video games."

    essa foi a melhor frase que eu já li hj

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  4. Perai,como assim.
    Tu me falou que nunca jogou direito FPS,ou que não era um fã,algo assim.

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    1. Eu não sou fã de FPS, porém já joguei alguns jogos do gênero sim, só não com tanta frequência.

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    2. caralho tem 2 rins aqui

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  5. Só eu achei o COD4 uma bosta? Sério? Achei tão genérico que nem animei de jogar o MW 2 e 3.

    Só consegui gostar mesmo do BO2, tanto que te indiquei ele fortemente. E nada de você jogar ele mesmo eu te falando mil vezes que ele não é necessariamente uma sequência do 1.

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    1. Acho que depende de quando você jogou esse jogo, no contexto da época e tudo ele era bem diferente do usual. Hoje em dia ele pode parecer genérico já que tem um monte de outros FPS aí que tentam ser que nem ele, então aquele fator "Wow!" pode não ser muito grande.

      Quando eu comecei a jogar o Black Ops II, eu já fiquei perdido no meio da história, tavam aparecendo um monte de personagens que eu nem fazia ideia de quem eram e o caras faziam umas referências a eventos do 1, eu fiquei perdidão e aí acabei deixando pra lá.

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  6. Hey Ryu, acho que a esse ponto você já deve estar sabendo mas enfim, lançou mês passado um jogo indie chamado Undertale, um RPG que tem um conceito e alguns aspectos bem diferentes dos padrões do gênero.
    Ele lançou faz somente um mês e já é considerado o 2º melhor jogo lançado para PC em 2015, e o 11º de todos os tempos (pelo menos de acordo com o Metacritic).


    Não sei se você já o jogou ou não, mas caso já, peço que você faça uma review sobre ele, até porque existem pouquissímas matérias em Português relacionadas ao jogo até agora.

    Undertale (Metacritic):
    http://www.metacritic.com/game/pc/undertale

    Melhores jogos lançados para PC de todos os tempos (Undertale está em 11º no momento)
    http://www.metacritic.com/browse/games/score/metascore/all/pc/filtered?sort=desc

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    1. Eu já tinha ouvido falar sobre esse Undertale antes, se eu conseguir arrumar um jeito de jogar até o final eu faço um post sobre ele aqui. Até porque eu disse que falaria mais sobre jogos Indie quando eu achasse que tal jogo merecesse algum destaque, tem esse e mais alguns recomendados aqui que eu ainda tenho que jogar.

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    2. Beleza, creio que você vá gostar assim como eu também gostei...
      E sobre esses jogos recomendados que você citou, eu realmente espero que Cave Story esteja entre eles.

      Obrigado pela atenção!

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