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Postado por: Ryu segunda-feira, 3 de julho de 2017


Como se o mundo já não estivesse um caos cheio de desgraça e miséria do jeito que tá, os absolutos homens loucos da Accolade resolveram colocar mais lenha nessa fogueira e provar de uma vez por todas que Deus nos abandonou: O Bubsy voltou e vai ter um jogo novo!

Sim, o mascote que você não sabia que queria de volta retornou pra acertar as contas que ficaram pendentes desde 1993. Por que? Eu não tenho certeza do motivo, e os jornalistas de video game no mundo afora também não... Mas sim, de repente um jogo novo desse gato irritante, Bubsy: The Woolies Strike Back, foi anunciado. E não é só isso, agora ele tem uma conta no Twitter pra fazer companhia pro Sonic postando memes auto-depreciativos extremamente engraçados e etc. Agora só falta um jogo crossover do Sonic com o Bubsy com roteiro escrito pelo Ken Pontac pra unir as duas coisas de vez, aí sim todos nós ficaremos felizes e todos os nossos problemas seriam magicamente resolvidos.

Enfim, parece que chegamos a esse ponto, vivemos em um mundo onde o Bubsy voltou e todos os outros trocentos personagens mascotes de video game que as pessoas queriam muito ver trazidos de volta continuam no limbo. Seriosamente... Onde foi que a gente errou? Isso não tá certo, isso não é ok e algo precisa ser feito a respeito disso! E o que é que eu vou fazer pra mudar essa situação lamentável na qual nos encontramos?

... Vou citar 10 mascotes que podiam ter voltado ao invés do Bubsy. Porque, de alguma forma, isso vai fazer com que essa situação se torne menos crítica! Vai que alguma das empresas responsáveis pelos personagens dessa lista tenha um funcionário influente que fale português, que encontra esse post por acaso e perceba que existem pessoas que querem ver seu personagem de volta no mundo dos vidya games.

Mas olha só pelo lado bom... Esse jogo novo do Bubsy parece melhor do que os anteriores. Isso é... Alguma coisa, certo? Se dermos sorte, talvez a gente vai ter aí o primeiro jogo decente/bom do Bubsy e então o mundo estará salvo graças a essa crise inesperadamente revertida. O destino de tudo está nas mãos da Accolade e seu querido mascote... Boa sorte pra eles e pra todos nós, que só podemos esperar sobreviver ao que o futuro nos reserva...

10ª posição: Gex the Gecko

Provavelmente nem todo mundo vai se lembrar desse lagarto da Crystal Dynamics, principalmente quem não teve um PS1 ou não foi tão a fundo assim na biblioteca de jogos do console, mas... Sim, Gex! Não é exatamente o meu mascote favorito de todos, mas quando eu tinha o meu PS1 eu acabei ganhando o primeiro jogo dele por acaso, era um presente de aniversário do meu tio. Gex é basicamente um retrato dos anos 90, o personagem em si era um lagarto falante viciado em televisão que não tinha medo algum de mostrar que era falante, fazendo uma piada ou uma referência a cultura pop da época atrás da outra... Bem, hoje em dia as piadas obviamente são ultrapassadas e não vão fazer sentido pra muita gente, eu mesmo ainda coço a cabeça tentando entender algumas até hoje.

Mas ao contrário da maioria dos mascotes furries genéricos dos anos 90, o Gex tinha um jogo decente pra bancar o marketing! Um Platformer 2D sólido onde ele passa por fases baseadas em gêneros de filme como horror, ficção científica e etc, Gex pode escalar paredes como todo lagarto que se preze e usa uns power-ups bem variados, e a personalidade dele também tinha um certo charme. E pra ser honesto, a transição do Gex pro 3D também não foi das piores, por incrível que pareça! O segundo jogo dele foi o tridimensional Gex: Enter the Gecko, ou Gex 3D, que muita gente dizia na época, e diz até hoje, que é um clone de Mario 64 e... Bem, eu não vou negar, é um collect-a-thon bem obviamente inspirado no jogo do Mario, com direito até a fases com missões variadas que te dão controles (as Power Stars desse jogo) e você precisa de uma certa quantidade deles pra progredir no jogo.

No entanto, Gex 3D ainda manteve elementos de gameplay do primeiro jogo da série e consegue se diferenciar de Mario 64 por isso, assim como o terceiro Gex, Deep Cover Gecko, também segue essa mesma ideia... É sério, são jogos muito mais competentes do que você esperaria de um mascote dos anos 90 que não era o Crash ou o Sonic. Só que, apesar do sucesso comercial modesto desses jogos, parece que a galera da Crystal Dynamics decidiu que o personagem devia morrer junto com a década onde ele surgiu. Enquanto essa decisão faz sentido... O fodendo Bubsy voltou, então não há nenhuma porra de desculpa pro Gex não voltar também, especialmente porque ele era um personagem muito mais carismático e tinha jogos muito melhores! Nas mãos do roteirista certo, até as piadas do Gex poderiam acabar sendo geniais hoje em dia, caras!

9ª posição: Earthworm Jim

Esse já é mais conhecido, e também mais antigo do que o Gex. Assim como o anterior, Earthworm Jim também é um mascote dos anos 90, mais especificamente do começo da década quando o Sonic tava insanamente popular e todo mundo queria ter um mascote furry que imprimisse dinheiro pra eles também. Earthworm Jim é um dos raros casos de mascotes dessa moda que acabaram dando certo e gerando jogos legais, lançados pro SNES e pro Mega Drive, os dois primeiros títulos da série eram Action Platformers 2D com visuais fantásticos mesmo hoje em dia, esse sem dúvidas tem alguns dos meus visuais favoritos da era 16-Bit e até hoje em dia as animações do Jim fluem muito bem.

O mundo dessa série é totalmente maluco, como esperado de algo protagonizado por uma minhoca que combate o mal usando uma roupa robótica espacial. E as fases refletem bem esse universo bizarro, elas são enormes, possuem estruturas levemente confusas, mas com senso de direção suficiente pra você saber pra onde diabos está indo... Na maioria das vezes. Além das fases normais onde você controla Jim em um ambiente 2D podendo usar seu próprio corpo como chicote ou atirando nos inimigos com a sua pistola, os dois Earthworm Jim tentam variar o gameplay introduzindo fases com estilos diferentes, principalmente Earthworm Jim 2 que alguns reviewers disseram que nem parece que pertence a algum gênero específico. Naturalmente, hoje em dia esses jogos demonstram certas falhas sim, além das fases serem confusas, elas têm uns inimigos mal posicionados que são impossíveis de evitar a menos que você tenha memorizado tudo com mais frequência do que seria aceitável, e as fases que são confusas demais simplesmente me desanimam de ir até o final. Ainda assim... São jogos decentes, que tentaram algo único pra se destacar entre os vários Platformers genéricos da época, meio que conseguiram e a série conquistou um público bem considerável por isso.

Infelizmente, o Earthworm Jim não teve tanta sorte em ir pra terceira dimensão quanto o Gex teve. Sim, o que realmente matou Earthworm Jim não foi exatamente isso de que os dois primeiros jogos hoje em dia têm certas decisões questionáveis, mas o seu primeiro e único jogo 3D, assim como o último jogo que a série foi ter até então: Earthworm Jim 3D, pro Nintendo 64. O humor, a ação e a maluquice dos primeiros jogos praticamente se perderam nisso, e toda a dificuldade dessa merda se dá por coisas que são culpa do jogo, a câmera é uma das piores que eu já vi em qualquer Platformer 3D... É sério, é tão ruim assim, se você não ficar segurando R pra câmera se manter pelo menos em um ângulo semi-decente atrás do Jim, ela vai ficar girando pra todo lado e te deixando sem a menor ideia de onde diabos ir ou do que diabos você devia fazer, e pra piorar os controles são quase tão travados quanto Bubsy 3D, e as fases simplesmente são grandes e confusas demais pro seu próprio bem. Não existe aquele senso de direção sutil dos jogos 2D, é tudo uma bagunça e você ainda tem que explorar essa diarreia toda porque isso é um collect-a-thon! Earthworm Jim 3D é simplesmente péssimo, em quase todos os sentidos possíveis com exceção dos gráficos que são ok... Foi tão ruim que matou a série, caralhos! O que teve depois foi um jogo de GameBoy Color pro qual ninguém ligou, até porque não foi desenvolvido pelos ciadores originais da série e aparentemente foi mal recebido também.

Earthworm Jim ainda pode funcionar nos dias de hoje, tem gente que ainda joga os dois primeiros e gosta bastamte deles. Por que não tentar mais uma vez com esse personagem, mas dessa vez criando um jogo com maior inspiração neles, consertando as falhas que eles tinham e melhorando o que já era bom? Com certeza seria algo mais interessante de jogar por causa dos conceitos únicos do que um jogo novo do Bubsy, que nunca apresentou nada único nos seus jogos "clássicos" de qualquer forma.

8ª posição: Ristar

Isso pode ser uma revelação chocante pra algumas pessoas, mas... A Sega tem outros personagens mascotes que não são o Sonic! Ou pelo menos tinha... Afinal de contas, o Ristar meio que só teve um jogo pro Mega Drive e depois desapareceu do mapa. E diferente do Earthworm Jim, não é porque esse jogo foi tão ruim que acabou matando a série... Muito pelo contrário, Ristar é um dos melhores jogos do Mega Drive, na verdade! O pessoal da Sega reaproveitou um dos conceitos que eles tinham pro Sonic, que era um personagem coelho que podia esticar as orelhas pra interagir com objetos e inimigos de formas diferentes, só que eventualmente o que começou como um protótipo de jogo com esse coelho acabou virando um jogo estrelado (ha-ha) por Ristar, uma estrela que ao invés das orelhas usa seus braços pra fazer tais interações.

E basicamente o gameplay se resume a isso mesmo: Você usa os braços elásticos do Ristar, que podem ir em até oito direções diferentes, ataca inimigos com eles, arremessa objetos, interage com o cenário se balançando por aí... Você entendeu como é. Ristar segue um conceito bem único quanto ao modo de atravessar as fases e é muito bem feito em todos os aspectos, tem alguns dos melhores visuais do Mega Drive, trilha sonora fantástica, fases inteligentes e criativas com os seus desafios, apesar de que daria pra fazer muito mais com isso em uma sequência. Só que, assim como Comix Zone, Ristar também surgiu em uma época onde o Mega Drive estava com os dias contados, mais especificamente só alguns meses antes do Sega Saturn surgir em 1995 e assim efetivamente tornar o Mega Drive obsoleto. O resultado disso é que Ristar vendeu tão bem quanto o filme do Porta dos Fundos e ficou sendo um título bem obscuro do console da Sega durante anos, até que graças aos emuladores e relançamentos, as pessoas passaram a notar mais esse personagem e hoje em dia ele tem um público sim, mesmo não sendo muito grande.

Não falo nem só por fazer comparação com o Bubsy, eu realmente acho que a Sega devia dar uma outra chance ao Ristar e reconhecer mais esse personagem, porque ele geralmente não aparece nem nesses jogos como Sega All-Stars Racing que são cheios de personagens da Sega que eu até nem sabia que existiam antes. Se o jogo fosse lançado alguns anos antes eu tenho certeza absoluta de que seria um dos títulos de maior sucesso do Mega Drive e ganharia uma sequência sem sombra de dúvidas, hoje em dia com o marketing certo junto com o fato de que o único Platformer notório da Sega é Sonic, daria sim pra criar um novo Ristar e ganhar um dinheiro em cima disso.

Será que a Sega vai fazer isso com essa ideia de reaproveitar franquias passadas que andaram falando um tempo atrás? Duvido, mas fica a esperança aí.

7ª posição: Banjo-Kazooie

Banjo e Kazooie são personagens que dispensam qualquer introdução a esse ponto, praticamente qualquer pessoa que tenha pelo menos algum conhecimento de video games conhece esses dois pelo menos de ter ouvido falar. Já falei deles e de como eu queria ver um Banjo-Threeie em outra lista, então não vejo por que ficar me repetindo aqui... Até porque hoje em dia a Rare é da Microsoft e jamais a gente vai ver algum Banjo-Kazooie novo se depender desse pessoal. O resumo dos dois primeiros jogos desses dois é que é um collect-a-thon no sentido literal da palavra, um jogo com trocentos coletáveis diferentes que fazem trocentas coisas diferentes quando coletados, o que te encoraja a explorar as fases que são feitas de forma que são grandes, mas possuem trechos únicos que te ajudam a se orientar e saber pra onde ir.

O único jogo deles que saiu depois dessa época quando a Rare ficava junto com a Nintendo foi Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts pro Xbox 360, que tem um conceito parecido, exceto que o jogo é mais focado em construir veículos e realizar missões tão mundanas que fariam até o Serginho Mallandro ficar entediado e dormir. E pois é, pra surpresa de ninguém esse jogo foi um fracasso comercial e acabou matando a série... Yay... Era pra isso que o terceiro Banjo que ia ser pro GameCube foi cancelado, né? Totalmente valeu a pena.

Mas a situação com Banjo-Kazooie nos dias de hoje é um pouco mais complicada, porque esse modelo de jogo collect-a-thon já não tem mais aquela mesma popularidade que tinha nos anos 90. Sabe Yooka-Laylee, aquele sucessor espiritual que uma equipe de ex-membros da Rare fez? Pois é, eu nunca joguei esse jogo apesar de saber de todo o drama em volta dele porque o JonTron falou merda e foi removido do elenco de "dublagem" e tal... Não tô aqui pra dar minha opinião a respeito disso, mas sim da recepção que o jogo teve por parte da crítica. As reações dos críticos foram mistas, uns elogiaram bastante o jogo, dizendo que é um ótimo retorno à fórmula dos Platformers 3D de antigamente, enquanto outros já foram mais negativos ou indiferentes, dizendo que esse tipo de design é datado e já deu no que tinha que dar.

Não sei se Yooka-Laylee é um bom jogo ou não, mas tudo indica que deve ser no mínimo um jogo competente, porém "datado" de acordo com alguns críticos e parte do público. Collect-a-thons realmente não são pra todo mundo hoje em dia, e é por isso que, infelizmente, um novo Banjo-Kazooie talvez seja um risco maior do que a Rare/Microsoft esteja disposta a correr hoje em dia.


6ª posição: Spyro the Dragon

Não, eu não conto Skylanders como jogo novo do Spyro. Vai se foder.

Mas falando sério... Surpreendentemente, eu não tenho nostalgia com Spyro porque eu meio que não cheguei a jogar isso na época do PS1. Eu sei, eu sei, isso é meio que chocante de se ouvir vindo de alguém que teve um PS1 na infância/pré-adolescência, mas é verdade. Só fui parar pra conhecer Spyro direito quando consegui fazer o ePSXe funcionar e decidi dar uma olhada nos jogos populares do PS1 que eu deixei passar, e entre eles tava a trilogia do Spyro da Insomniac, logo eu fui baixar sem saber o que exatamente esperar dessa série e fiquei me perguntando por que diabos eu não joguei eles antes.

Ok... O primeiro jogo da série é aquele caso meio parecido com o primeiro Crash, onde é claramente a primeira tentativa, logo o jogo tem um gameplay perfeitamente sólido e funcional, mas não chega a ser extraordinário em nenhum ponto em particular e as fases não têm muita variedade. Mas o segundo, Spyro 2: Ripto's Rage, certamente me fez "notar" Spyro como uma franquia forte de fato, além da história ser melhor escrita, o jogo também acabou se diferenciando de outros collect-a-thons por ser mais baseado em missões. Só que, ao contrário do jogo do Banjo pro Xbox 360, em Spyro 2 as missões possuem uma variedade impressionante, poucas vezes você vai estar fazendo a mesma coisa de antes pra conseguir algum coletável, você aprende movimentos novos que depois são usados em fases passadas pra descobrir coisas novas... Tem muita coisa nesse jogo, até um sistema de Achievements ele tem, antes da Microsoft ao menos pensar em criar algum console de mesa!

O terceiro então? Spyro: Year of the Dragon? Bem... É quase tão bom quanto, ele é tão variado quanto o 2, apesar de nem todas as tentativas de adicionar coisas novas terem sido bem sucedidas e certas missões serem um saco. Mas é um ótimo jogo também, de qualquer forma. Bem... Aí eu fui jogar Skylanders pensando que seria algo assim, mas acabou sendo algo como aqueles jogos genéricos de PS2 baseados em desenhos. Talvez eu poderia olhar os jogos do Spyro pro PS2 ou algo assim, mas nunca tive muita vontade e ouvi falar que nenhum deles é particularmente bom também. Independente disso, por favor, deem o Spyro de volta pra Insomniac e deixem eles fazerem um jogo novo no estilo de Spyro 2... Sério.

5ª posição: Sparkster

Agora voltando um pouco pros mascotes menos conhecidos... O Sparkster tecnicamente teve um jogo "novo" em 2010 chamado Rocket Knight, que honestamente não foi ruim, mas logo em seguida ele voltou a ficar sumido. A Konami havia feito um contrato com a Sega pra produzir jogos exclusivos pro Mega Drive, e um deles era justamente Rocket Knight Adventures, provavelmente o melhor "clone" do Sonic que você vai encontrar pro console da Sega.

Ao invés de tentar imitar as mecânicas de Sonic e falhar miseravelmente igual Bubsy, Rocket Knight mistura velocidade com platforming com uma mecânica diferente das outras: O foguete nas costas do Sparkster, que pode lançá-lo em velocidades altas pra qualquer direção enquanto ele atropela qualquer coisa no meio do caminho. Pra isso não virar uma coisa overpowered, é claro que você precisa carregar antes, mas mesmo assim ainda é uma coisa extremamente satisfatória de se fazer até hoje. Esse jogo teve duas sequências, na verdade: Sparkster pro SNES e Sparkster: Rocket Knight Adventures 2 pro Mega Drive. Não confunda as coisas, apesar do título parecido os dois jogos são bem diferentes um do outro, e o do Mega Drive é normalmente considerado como o jogo superior por ter mais inovações na fórmula e melhorar certos aspectos do primeiro jogo, como por exemplo o modo de carregar o boost do foguete que agora é automático e permite mais tempo de boost, enquanto o do SNES é um jogo decente, mas meio "filler" dentro da série.

O último Rocket Knight de 2010 foi uma sequência direta do segundo do Mega Drive e reteve a maioria dos elementos até então, assim como adicionou alguns Power-Ups e mecânicas novas que tornam o platforming mais variado. O level design desse jogo, no entanto, não foi tão sólido quanto os dos seus antecessores do Mega Drive e acabou criando umas curvas de dificuldade que levaram a algumas críticas negativas, mas no geral... É um jogo bom.

Por acaso eu preciso mesmo dizer o motivo de preferir que o Sparkster volte ao invés do Bubsy? Ele é literalmente tudo o que o Bubsy tentou ser e não conseguiu: Um Platformer rápido inspirado em Sonic, e com identidade própria. O mais próximo que a gente tem de um sucessor do Sparkster seria Freedom Planet, que até tem alguns conceitos parecidos e também se inspira em Sonic.

4ª posição: Viewtiful Joe

As pessoas provavelmente conhecem o Viewtiful Joe mais pelo anime e a participação dele em Marvel vs Capcom 3 do que pelos próprios jogos dele, que foram bem mais populares lá no Japão do que aqui no ocidente. Pois bem, o anime Viewtiful Joe na verdade é baseado no jogo de mesmo nome que foi lançado pro GameCube e portado pro PS2, criação de ninguém mais, ninguém menos que Hideki Kamiya, até então um dos membros chaves do Clover Studio da Capcom.

Viewtiful Joe é provavelmente o jogo mais único entre os citados neste post, porque ao contrário dos outros aí, na verdade esse é um Beat 'em Up... Com um pouco de platforming, mas ainda assim o foco maior é nos combates. No entanto, Viewtiful Joe tá longe de ser um Beat 'Em Up genérico, não só pela arte cartunesca e toda a apresentação brilhante de cel-shading tentando imitar uma HQ, mas o combate tem também mecânicas baseadas em técnicas de filmagem, como câmera lenta, câmera rápida e efeito de zoom pra dar mais impacto aos golpes. Não, não são meros efeitos visuais, a câmera lenta serve não só pra você se preparar melhor pra certas situações como também deixa seus ataques mais fortes, a câmera rápida te faz metralhar socos nos seus oponentes com múltiplos hits até eles morrerem, e o efeito de zoom dá combos diferentes e mais fortes ao Joe enquanto é ativado e paralizando inimigos que estiverem perto dele.

Além dos combates, esses efeitos também podem ser usados pra resolver puzzles, que não chegam a ser complexos demais, mas são uma boa distração pra variar um pouco dos combates frenéticos de vez em quando. De qualquer forma... Viewtiful Joe vendeu bem o suficiente pra ter uma sequência, porém essa eu nunca cheguei a jogar, queria porque quem jogou me disse que é melhor do que o primeiro em tudo. O personagem também apareceu em Tatsunoko vs Capcom, assim como Marvel vs Capcom 3, e provavelmente vai continuar só aparecendo em crossover da Capcom porque é isso que ela faz com personagens que protagonizam jogos não tão bem sucedidos comercialmente. Sem falar que o Clover Studio foi fechado há anos porque nenhum dos jogos deles foram sucessos comerciais, o que é uma pena porque mereciam ser, principalmente Okami, God Hand e o próprio Viewtiful Joe.

3ª posição: Megaman

Não faria sentido uma lista de "mascotes que deviam voltar", independente de ser comparando com o Bubsy ou não, sem o Megaman estar enfiado no meio dela. Você já sabe o motivo, ainda tem coisa pra explorar na série clássica, e até mesmo a série X ainda dá pra ser salva... Eu disse isso antes, né? Provavelmente eu disse, mas tanto faz, eu tenho que encher texto aqui e por isso tô digitando essa frase desnecessariamente longa que já devia ter acabado há muito tempo, mas ainda não acabou em função de deixar esse texto mais longo do que deveria ser e dar a impressão de que eu me esforcei ao máximo pra colocar a maior quantidade de informação que eu puder quando na verdade eu só tô preenchendo espaço mesmo. Espero que você não perceba isso, e se perceber faça que nem os fãs de Sonic e elogie a minha preguiça ao invés de criticar.

Mas é sério, não tenho muito o que falar a respeito desse assunto do Megaman retornar. Até agora tudo o que a Capcom fez foi relançar jogos passados dele, e investir em um desenho animado que parece ser tão bom quanto o desenho novo das Meninas Superpoderosas.

... Caso vocês não saibam, o desenho novo das Meninas Superpoderosas é uma merda, é pior do que pegar uma infecção intestinal e passar o dia todo no banheiro cagando sangue. Eu tava sendo sarcástico ali.

Enfim, eu realmente queria um Megaman que desse um fim à história da série clássica, fechando todas as pontas soltas e a ligando com a série X... Assim como também queria um Megaman X que ligasse a série X com a série Zero, de preferência se passando durante os eventos das Elf Wars. Pra um jogo da série X que a liga com a Zero ficar melhor, só se arrumassem uma maneira de descanonizar tudo o que aconteceu do X6 em diante e criarem uma nova história que se passa depois do X5 e de alguma forma também consiga se conectar com a da série Zero. Algo como Dragon Ball Super descanonizando o GT, só que sem ser uma fanfic canônica tão ruim quanto.

2ª posição: Klonoa

Eita, caralho... Outro que eu também já falei sobre antes. Pra essa lista ficar mais previsível só falta o Conker estar em primeiro lugar...

1ª posição: Conker the Squirrel

... É, o Conker tá em primeiro lugar.


Vai tomar no cu, Microsoft.

E vai tomar no cu em dobro quem defender a Microsoft nos comentários desse post!

Eu sei que fã da Microsoft é mais iludido do que gente que acredita que review imparcial existe e vai tentar defender essa merda aí em cima, então nem vem.


Calma lá! Eu sei que você deve estar pensando "Cadê a porra da review de Crash 2?" "Cadê Metal Gear Solid 2, seu degenerado incompetente dos diabos?" e pra isso eu respondo... Calma! Eu tô com tempo pra terminar esses posts agora, até o fim desse mês ao menos eu tô com tempo suficiente pra colocar as coisas em dia e jogar o que eu fiquei de jogar... Esse post aqui foi mais um aquecimento do que qualquer outra coisa, porque quando eu gravei um vídeo jogando o primeiro Bubsy eu disse que poderia fazer um top 10 de mascotes que podiam ser trazidos de volta ao invés dele.

Bem, me pediram pra tornar isso uma realidade, então aqui está! Tomara que pelo menos um desses aí acabe voltando, eu nunca ficaria tão feliz ao ver um texto meu ficar datado quanto ficaria com isso.

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