Posts Populares:

Postado por: Ryu sábado, 21 de dezembro de 2013


Eu ia fazer um post de melhores/piores jogos do ano como faço toda vez que o ano acaba, mas acabou que eu nem consegui animar de jogar todos os jogos ruins desse ano o suficiente pra analisar e nem mesmo os supostamente bons que eu ouvi falar sobre... O motivo? Várias coisas, praticamente no ano inteiro eu fiquei sem tempo nem pra respirar direito, só nesse finzinho de ano eu posso aproveitar alguma coisa.

"Então o que você vai fazer, Ryu? Vai postar uma lista mequetrefe que não tenha Bioshock Infinite ou Wind Waker HD nos melhores do ano? VAI SEU MONTE DE MERDA MALDITA???"

Iria, mas não, ao invés disso, eu resolvi participar do Meme "O que você jogou em ano X?" do blog Marvox Brasil em parceria com o VG&Etc e o fórum Retrogames Brasil, deem uma checada nesses sites, ninguém vai sair arrependido. Eu tinha sido convidado pelo Juninho Funkeiro do Lugar de Nerd pra participar desse meme e como o bom gamer tetudo anti-social que sou, aceitei o convite, junto com outros blogs que estarão linkados no final do post.

No que se consiste o meme? É uma lista de melhores e piores jogos do ano maquiada com outro nome? Não, é como o nome literalmente diz... Eu falo sobre tudo de interessante que joguei nesse belo ano de 2013 pós-apocalíptico, tanto jogos bons quanto ruins, de qualquer época, podem ser desse ano, do ano passado, o que for... Se for um jogo, você o jogou esse ano e acha que valha a pena mencionar, vá em frente.

Tá em dúvidas sobre como isso funciona ainda? Mas você é burro pra baralho, hein, meua migo... Ok, ok, veja só esse post do Marvox do ano passado como exemplo, é algo desse tipo.

Eu vou fazer um pouco diferente e dividir os jogos em "títulos" pra cada um, mas vai sair meio parecido de qualquer forma, então beleza, bora lá.

Os jogos mais marcantes, positiva ou negativamente, que joguei esse ano foram...


Reboot não muito convincente: DmC: Devil May Cry

DmC foi provavelmente o jogo mais "mamilos" desse ano, e também do ano em que foi anunciado com aquele trailer bizarro que mostrava Dante com um visual extremamente bizarro e fumando. O negócio todo tinha cara de ser qualquer coisa, menos Devil May Cry, e depois que foi revelado que isso seria um reboot da série pra apelar ao lado ocidental do nosso planeta, aí fodeu, foram suicídios de fãs extremos, ameaças de morte enviadas pra Ninja Theory, a Capcom também foi xingada por todos os lados, foi uma merdatempestade enorme pra tudo quanto é lado. O Tameem Antoniades também não ajudava muito a amenizar isso falando em umas entrevistas sobre como a sua versão de Devil May Cry vai ser a definitiva e os da série original são velharias ultrapassadas pro seu avô caduco com reumatismo jogar, além dele dizer que a história desse jogo ia ser "shakespeareana" e mais um monte de merda aí.

Eventualmente DmC foi lançado no começo desse ano, foi bem elogiado pela crítica profissional, mas muitos fãs de Devil May Cry odiaram o jogo como se fosse uma reencarnação do Hitler e outros o defendiam, foi só mais uma controvérsia enorme e no fim das contas. DmC não vendeu bem porque normalmente é isso que deve ser feito quando tal público não aceita um jogo, fãs de Call of Duty deviam aprender com esse pessoal ao invés de reclamarem de tudo e comprarem os jogos do mesmo jeito.

Quando eu fui jogar DmC, eu estava com meus pensamentos por toda a parte, quando eu pensei que ia odiar o Donte, a verdade foi que eu nem liguei muito pra ele, ou pro Vergin. Eles não se pareciam muito com suas contrapartes da série original tanto visualmente quanto em personalidade, mas achei os dois decentes como personagens, e a história do jogo no geral foi inofensiva pra mim, ela tinha seus momentos de desenvolvimento bons... Assim como também mostrava uns diálogos hilariamente ruins como a mulher do Mundus dizendo "The world is at last your bitch, just like me." ou algo assim. A história ao todo é ok, só não tem nada a ver com Devil May Cry e muito menos poderia ser considerada como shakespeareana, mas eu realmente não esperava que fosse, então tá.

O jogo em si foi basicamente uma versão casualizada do gameplay usual da série, e o meu maior problema é justamente isso. O combate de DmC tem bem menos combos e variedade do que Devil May Cry 3 ou 4, a remoção do Lock-On tirou boa parte dos combos que eram possíveis fazer segurando o Lock-On e usando o analógico + ataque pra dar golpes diferentes, assim como deixou o uso das pistolas do Donte estranho. Os inimigos telegrafavam tanto os ataques que você podia matar uma boa parte deles antes mesmo deles chegarem a realizar alguma ofensiva, e o jogo provava ser meio desbalanceado quando você libera umas habilidades mais pra frente que tornam o Dante praticamente um deus que mata qualquer coisa com 3 ou 4 hits enquanto os inimigos continuam sendo patéticos perto dele mesmo em dificuldades mais elevadas.

Ao menos DmC faz um bom uso do Angel/Demon Grapple, eu diria que melhor do que o que Devil May Cry 4 fazia com o braço do Nero e tem um level design bom com umas seções de platforming surpreendentemente boas. Levando em conta que eu não esperava isso de um Hack 'N Slash, e eu gostei dos bosses, cada um deles foi divertido de enfrentar da sua própria forma... Menos o filho do Mundus, aquilo lá foi uma merda de boss por causa do fundo que tornava tudo confuso e poluído.

Na verdade, o maior problema com DmC é justamente o fato do jogo ter Devil May Cry no nome. Eu não fiquei convencido de que isso devia substituir a série original, ele é fraco em comparação com o 3 em vários aspectos, mas é decente como um jogo sozinho. Provavelmente seria melhor aceito se fosse algum tipo de série nova da Ninja Theory, não precisaria de muito pra transformar isso em algo separado, só mudar os nomes dos personagens e do jogo.... Voila.

Aliás falando de nome, só agora eu andei reparando que "DmC: Devil May Cry" é de fato um nome meio estranho, "DmC" já não seria uma sigla pra "Devil May Cry"? Então o nome do jogo seria... "Devil May Cry: Devil May Cry"?

Eu hein...



Reboot bom e altamente necessário: Tomb Raider (2013)

Bem, eu nunca fui o maior fã de Tomb Raider que você poderia achar por aí, basicamente eu só achava a Lara Croft gostosa mesmo com aquela bunda quadrada e peitos triangulares dos jogos de PS1.

... O que é? Até parece que você também não achava quando jogava na época e o PS1 era o console com os gráficos mais avançados até então, e não minta pra mim!

Mas sim, Tomb Raider teve mais uma caralhada de jogos depois desses antigos, eu até joguei Tomb Raider Legend na casa de um amigo meu. Mas a única coisa que eu realmente sentia com esses jogos era que a Lara Croft ficava mais sensual e com peitos/bunda maiores e que eles tinham uns elementos de exploração bons, mas não me sentia muito atraído pela apresentação das histórias dos jogos. Eu vou basicamente dizer aqui o que o Amer disse no post dele de melhores/piores do ano porque eu tenho quase a mesma opinião que ele sobre Tomb Raider, ter uma protagonista feminina é bom, só que a Lara Croft sempre me passou a impressão de que ela era uma mulher perfeita, sem falhas e nem nada. Ela não parecia evoluir em momento algum porque não tinha no que evoluir, ela era fodona, dava conta de tudo e metia bala em qualquer um que discordasse do seu poder feminino.

Só que esse reboot de Tomb Raider desse ano adicionou justamente esse desenvolvimento da personagem que a série precisava. Nessa versão a gente vê uma Lara Croft com menos peito e menos bunda, sim, mas ela é bem bonita ainda, 9/10 would bang. Mas o mais importante, a Lara Croft nesse jogo é mais jovem, mais inexperiente, entra nessa aventura totalmente por acidente e com pouca ou nenhuma noção de como se virar sozinha numa ilha, esse jogo podia ser renomeado pra Lara Croft Se Fodendo: O Jogo, porque é o que vai acontecer em boa parte da jogatina. Chegaram certas horas em que eu realmente senti pena da Lara e queria entrar no jogo só pra dar um abraço nela e dizer que ela não está sozinha, que eu estou controlando ela. que eu a amo e nunca deixarei que ela morra!

Tá, talvez com menos drama, mas eu realmente senti pena dela.

Enfim, a história gira totalmente em torno de como a Lara começa como uma arqueóloga feliz que está indo explorar uma ilha atrás de coisas históricas, mas aí descobre da pior maneira que o mundo é um ambiente hostil e cruel. E enquanto ela antes chorava até por matar um animal pra sobreviver, ou matar um homem que ia matá-la se ela não fizesse nada, ela vai se desenvolvendo até se tornar algo mais próximo da Lara Croft que conhecíamos, só que ainda com peitos e bunda menores. Isso pra mim foi muito mais interessante do que jogar qualquer outro Tomb Raider que veio antes, ainda que a Lara seja a única personagem realmente interessante do jogo e a maioria dos outros tenham tanta personalidade quanto um coqueiro. Eu não me sentia muito diferente sobre os outros personagens dos jogos passados, então não é algo errado com esse reboot em particular e o que importa é que a Lara de fato se tornou uma boa personagem que não serve só pra nerds baterem uma gloriosa.

O jogo em si também era bom, a exploração dos jogos antigos estava lá, agora mais do que nunca já que você precisa de um monte de merda pra sobreviver e criar itens, tem várias tumbas pra "raidar" como missões secundárias, ação, adrenalina, QTEs bem implementadas... Ok, nem todas... Mas praticamente tem tudo lá. O meu único grande problema era que o jogo em si não te fazia sentir como se você estivesse jogando com a Lara Croft "em evolução", eu já podia matar um monte de gente na raça numa parte da história onde ela ainda nem era muito experiente com armas. Mas com o tempo eu não liguei muito e continuei jogando normalmente até o fim, o que foi bem satisfatório no fim das contas, sem dúvidas espero mais desse novo Tomb Raider, ainda que a Square não tenha gostado das vendas.



Jogo do ano passado que eu devia ter jogado antes: The Walking Dead

Sabe, eu tenho um certo preconceito com The Walking Dead. Não é nem por causa da série em si, mas sim por causa da maioria dos fãs, os que eu via por aí no Basingabook então eram os mais retardados possíveis e só sabiam ficar falando sobre como eles querem que aconteça um apocalipse zumbi no mundo real sendo que é claro que nenhum deles duraria nem ao menos duas horas num mundo cheio de zumbis devoradores de carne humana.

Então... Sim, muita gente que acompanha o blog já notou, mas eu deixei o jogo de The Walking Dead da Telltale passar batido mesmo com todos os elogios que ele recebeu da crítica e do público e as pessoas, além dos inúmeros prêmios de GOTY que o jogo ganhou. Mas eu realmente não sentia vontade de jogar esse jogo, tudo isso por causa do meu preconceito com a série, e eu continuei não ligando pra esse jogo mesmo com todo o barulho. Porém acontece que todo mundo comentava sobre The Walking Dead e como o jogo era emocionante, que era um jogo muito profundo, que mudou a vida de milhares de pessoas do mundo e ouvi boatos que ele até fez com que Jesus ressuscitasse novamente e jogasse.. Pra depois morrer de novo porque esse jogo é tão foda que ele não aguentou.

Então há uns meses atrás eu tava sem absolutamente nada pra fazer, estava em depressão por um monte de coisas diferentes... Aí fui ver algum jogo legal na loja pra distrair um pouco, vi uma cópia daquele The Walking Dead que foi o GOTY do ano passado com todos os episódios e como não tinha outros jogos interessantes no estoque, pensei "Ah, foda-se, vou pegar esse mesmo." e comprei ele, depois voltei e fui colocá-lo no Xbox sem saber exatamente o que esperar e rezando pro jogo pelo menos ser bom. Afinal TEM que ser, não?

E sim, acabei ficando impressionado porque eu não tinha muita expectativa pra esse jogo, mas eu comecei a ficar mais interessado na história desde o começo. O jogo passou uma tensão que eu não sentia desde que joguei Dead Space, você está num carro conversando com um policial, é um prisioneiro por algum motivo, mas aí acaba rolando um acidente porque tinha um zumbi no meio da estrada. O carro acabou capotando pra fora da estrada, então você está lá, com a perna machucada, as mãos algemadas e sem saber o que diabos aconteceu... O policial que estava com você? Acabou de virar um zumbi e está indo na sua direção porque ele tá afim de ter comer vivo.

Você precisa pegar uma espingarda que está por perto enquanto o zumbi vai se aproximando cada vez mais, mas aí percebe que tá sem munição e precisa procurar alguma no chão, tudo isso enquanto o zumbi continua chegando perto de você. Até que finalmente você acha a munição e consegue estourar os miolos do filho da puta e aproveitar um breve momento de paz na sua vida... Esse começo realmente me deixou tenso, e o jogo é cheio, cheio de momentos assim com situações mais parecidas, mais tarde até tendo que decidir entre salvar um de dois personagens que estão em perigo.

A história do jogo praticamente gira em torno de Lee Everett, um ex-presidiário que fez alguma coisa errada no passado, e sua relação com outros sobreviventes que ele encontra por aí, em especial uma garotinha chamada Clementine, que ele encontrou em uma casa na árvore perto da casa real dela. Mas os pais dela estão supostamente mortos/desaparecidos e a babá dela virou um zumbi que quase matou Lee, desde então ele resolve ficar com Clementine e proteger ela de qualquer coisa nesse mundo hostil repentinamente infestado de zumbis.

As relações entre todos os personagens é bem explorada no jogo, e ele não é puramente sobre matar zumbis e sim justamente sobre esses conflitos internos de cada personagem, com escolhas de falas que mudam as perspectivas dos personagens com relação a Lee. Apesar de muitas não mudarem radicalmente a história, é bom ver os eventos pequenos que mudam dependendo das suas escolhas em cada situação, a quem você apoiou nas discussões e coisas do tipo. Eu gosto de como cada personagem foi apresentado como o mais humano possível, com suas falhas e suas qualidades aparentes, alguns que eu odeio como o Larry e a filha chata dele, Lilly, e outros que eu gostava como a Carley e o Kenny. Mas é meio subjetivo gostar ou não gostar, e muitas vezes eu até tive pena da Lilly pelo que ela teve que passar, mas um evento mais tardio no jogo me fez odiar ela definitivamente... Vadia de merda!

Mas sim, a história é o ponto forte e o jogo é um Point 'N Click onde você deve explorar cada canto e resolver uns pequenos "puzzles" as vezes, falar com as pessoas e coisas assim. É funcional, mas o gameplay dessas partes de exploração é meio lento, o Lee praticamente só pode andar, ele não corre, muitos cenários são enormes e ter que andar por eles lentamente não é exatamente algo legal. Pelo menos as outras partes do jogo e a história compensam muito bem essa lerdeza das de exploração.

Fora isso... Eu fico feliz que tenha jogado The Walking Dead, até queria tê-lo jogado antes pra poder falar mais sobre o jogo aqui na época, talvez até colocá-lo na minha própria lista de melhores jogos de 2012. Mas não o fiz por puro preconceito besta mesmo... Só que o jogo não me fez ficar interessado na série, eu até tentei ver uns episódios ou ler umas HQs, mas não me senti muito envolvido com isso igual com o jogo. Eu digo que jogos são mais especiais do que qualquer outro tipo de mídia e alguém há de provar que eu estou errado!

É uma pena que o Survival Instinct seja um pedaço de bosta mal cagada, mas acho que esse todo mundo já esperava que fosse ruim.



Melhor Hack 'N Slash em anos: Metal Gear Rising: Revengeance

Eu não costumo ficar muito impressionado com jogos de Hack 'N Slash hoje em dia porque a maioria tenta ser igual God of War, o que por si só pra mim já é uma merda porque eu odeio God of War, ou então é simplesmente chato... Mas quando um jogo desse estilo é bom, meua migo, ele é bom pra caralho, e Metal Gear Rising é um desses novos Hack 'N Slash bons pra caralho, e como! Afinal é um jogo produzido pela Platinum Games, claro que ia ser bom, oras.

Além do clássico sistema de combos com ataques normais/pesados e o caralho a quatro que você vê por aí, Metal Gear Rising tem uma mecânica mais inovaora do que a de um Hack 'N Slash normal, tem o Ninja Run onde você pode sair correndo por aí passando por qualquer obstáculo ao mesmo tempo que pode usar sua espada pra cortar qualquer coisa no caminho, fazendo você se sentir um daqueles samurais/ninjas badass que passam correndo entre seus inimigos e matando um monte deles tão rápido que eles nem ao menos têm chance de pensar no que vai chegar a atingí-los, esse negócio nunca fica sem graça de usar, mas nem sempre sair correndo por aí cortando tudo é a melhor opção, porque Metal Gear Rising é um jogo consideravelmente difícil.

Os inimigos são agressivos e vêm com vários equipamentos diferentes, além dos vários robôs e inimigos maiores que aparecem e precisam de mais raciocínio por parte do jogador pra ser derrotados, e é necessário que você domine a mecânica de defesa Parry do jogo que consiste em usar o botão de ataque como defesa quando um inimigo vem na sua direção, é necessário um timing muito bom pra poder executar um Parry, e o jogo várias vezes testa suas habilidades com ele, principalmente na luta contra o Monsoon onde quase todos os ataques dele devem ser parados com o Parry pra que ele fique mais aberto e assim você possa descer a porrada nele, e cada boss do jogo te testa de uma maneira ou de outra, te faz usar uma ou mais habilidades que Raiden tem em seu arsenal, e você pode usar as armas deles após derrotá-los, separadamente elas são legais de usar, mas o problema é que você tem que mudar de arma por um menu ao invés de alternar rapidamente igual em um Devil May Cry por exemplo, o que é uma pena.

Você tem também uma mecânica de Stealth opcional que seria uma homenagem a jogos passados da série Metal Gear, e é bom pra dar uma variada no modo como você passa das fases do jogo, o gameplay no geral pode não ser exatamente o melhor pra Stealth, mas foi um toque bem legal e eu realmente tentei passar missões na calada várias vezes.

Porém, o que faz com que Metal Gear Rising realmente seja bom pra caralho além dessas mecânicas, é o Blade Mode (ou Katana Mode), onde você pode cortar quase qualquer inimigo normal ou inimigo gigante enfraquecido da maneira que quiser em qualquer direção pelo analógico ou pelo botão de ataque forte ou fraco que cortam pros lados ou pra cima/baixo, mas com o analógico é mais legal porque é livre, e o negócio é uma maravilha, os inimigos respondem aos seus cortes como se você realmente estivesse manuseando uma espada, na direção que você corta, o corpo do cara é cortado, daí você pode cortar ele no meio, cortar pela cintura, a cabeça, os braços, as pernas, vários pedaços, depois pedaços de pedaços e por aí vai, depois você pode pegar as "espinhas" deles pra recuperar sua vida, isso é de longe uma das ideias mais fodas que alguém já teve pra um Hack 'N Slash, eu quero mais disso, MOAR!

Então tem a história, que é legal, mas as vezes tem uns diálogos bem estranhos... Se for algo positivo, eu gostei do Raiden como personagem, ainda que sei pouco sobre a história dele, e eu fiquei interessado em Metal Gear com esse jogo, mesmo não tendo tido muito tempo pra pegar os jogos da série e jogar de verdade, um dia farei isso, eu prometo...



GOTY OF THE YEAR: Grand Theft Auto V

Imagine GTA: San Andreas, agora imagine uma versão melhorada em quase todos os aspectos... Sim, você acabou de imaginar GTA V! Depois de jogos como GTA IV, Red Dead Redemption e Max Payne 3, a Rockstar volta com mais um GTA nos últimos momentos da sétima geração e mostra que esse é o jogo definitivo que todos os amantes de Open World deviam jogar.

O enredo dessa vez é protagonizado por três protagonistas: Michael, Trevor e Franklin, personagens com conflitos internos tentando apenas resolverem seus problemas pessoais numa história que consegue balancear entre humor e "SÉRIAS BUZINAS", coisa que GTA IV não conseguia muito bem e acabava se levando a sério demais, cheias de referências a jogos passados, assim como recriações de cenas clássicas de filmes e um script muito bem escrito, essa ainda é uma das melhores histórias que eu vi em um jogo dessa geração, praticamente todo mundo já jogou e eu não preciso falar muito dela.

O gameplay é obviamente a melhor parte, e a Rockstar dessa vez não limitou absolutamente nada no jogo pra tentar deixar realístico, além das missões da história que são ainda mais intensas do que o normal, com as transições entre os três protagonistas sendo mais efetiva já que cada um tem uma função determinada pela história em tal missão, você também pode fazer side missions, participar de corridas, caçar animais, praticamente qualquer coisa, o mapa é enorme, detalhado e cheio de coisas, dá pra pilotar praticamente qualquer veículo, até mesmo submarinos, você pode alternar entre os protagonistas no Free Roam também, e é claro, com os cheats você podia brincar de qualquer jeito por aí assim como em San Andreas.

Eu nem tenho muito o que falar sobre GTA V, só que mesmo depois desse tempo todo, eu ainda continuo jogando esse jogo, nem que seja só pra brincar na cidade ou pra fazer o resto das side missions e completar em 100%, é aquele tipo de jogo que talvez só daqui a uns dois anos eu realmente vou cansar de jogar e não querer mais saber dele por um bom tempo... Sim, é o melhor jogo de 2013 pra mim, doa a quem doer.



Platformer 2D em toda a sua glória: Rayman Legends

Claro que Rayman Legends ia estar aqui, como um sucessor de Rayman Origins, esse jogo é uma melhora em quase todos os aspectos, a arte é mais bonita e detalhada ainda com uma iluminação incrível e uso de 3D dando uma sensação de profundidade ainda maior pra tudo, e as animações continuam ótimas como eram antes.

Pra quem reclama da carência de jogos retrô, Rayman Legends tá aí pra alegrar até o pessoal mais exigente, é um jogo rápido, desafiador e cheio de conteúdo, as fases tendo level designs mais elaborados, fazendo uso desses efeitos 3D e, ainda que um pouco mais fáceis que as fases de Rayman Origins, as desse jogo ainda têm desafios o suficiente e são até mais agradável em comparação com certas fases de Origins que contavam demais com memorização, além das fases musicais que são incríveis.

O ÚNICO problema de Rayman Legends é que a campanha principal desse jogo é bem mais curta do que a do Origins e ainda por cima o jogo não tem um mundo final bom como a Land of the Livid Dead destravável pra te incentivar a rejogar as fases e conseguir mais Teensies, ao invés dsso, tem a Living Dead Party que é uma fase musical original boa como as outras e versões "8-bit" de fases musicais passadas que são difíceis porque a tela fica chiando e dando defeito intencionalmente... Meh.

E as paquitas da Nintendo que ainda choram pelo fato desse jogo ter deixado de ser um exclusivo do Wii U deviam deixar de frescura e superar isso logo, até hoje eu vejo gente enchendo e falando que tá feliz por Rayman Legends não ter vendido bem só por ter largado a exclusividade.



Jogo que pode bater de frente com filmes: The Last of Us

Sabe, um dos motivos de eu dizer que jogos são superiores a filmes, ou qualquer outra mídia pra esse caso, é a capacidade deles fazerem tudo o que as outras fazem, e muitas vezes ainda melhor, muita gente diz que filmes contam histórias envolventes com personagens carismáticos e whatnot, eu já vi muitos jogos fazerem melhor do que filmes antes, mas The Last of Us é só mais um jogo que reforça o que eu digo, pois esse jogo também conta uma história com uma narrativa envolvente, uma atmosfera incrível e tem personagens mais do que carismáticos.

A história de The Last of Us tem um conceito sensacional de apocalipse zumbi usando um modo mais realístico de como esses zumbis viriam a surgir, com as pessoas sendo infectadas por uma versão evoluída do fungo Cordyceps que eventualmente foi matando um monte de gente e tomando conta do planeta, nisso temos Joel, um cara que perdeu sua filha no passado e passou a agir como contrabandista no mundo agora já infestado de zumbis, e Ellie, uma garota que é imune ao vírus do Cordyceps por algum motivo, também tem seus próprios problemas pessoais e conflitos internos do passado, os dois se conhecem e não têm um começo lá muito amigável, mas a maneira como a relação e o afeto entre esses dois personagens vai crescendo enquanto a história se desenvolve é um dos pontos mais fortes da história do jogo, que é cheia de momentos emocionantes e abrange temas filosóficos como determinação x liberdade, redenção e por último, mas não menos importante, individualismo x coletivismo, que é o que acontece no final da história do jogo, que gerou vários debates na época sobre ter sido a coisa certa ou não.

Tá certo que eu não fiquei impressionado com o gameplay de The Last of Us e essa parte do jogo ironicamente foi a mais fraca, tendo um gameplay meramente polido, típico com elementos de sobrevivência bem-implementados, uma progressão bem linear e com uma inteligência artificial estranha, mas o gameplay era bom, só não era ótimo como a história que o jogo contava, eu confesso que só continuei jogando The Last of Us porque a história tava boa pra caralho e eu estava realmente apreensivo pra ver onde isso tudo ia parar, pois se ela não fosse tão boa assim, eu provavelmente ia jogar o jogo com menos entusiasmo.

Na sexta geração, Shadow of the Colossus elevou o status de videogames a arte mostrando uma história poderosa com temas bem maduros e personagens bons, além do jogo ter uma beleza visual incomparável (Praquela época, é claro), na sétima geração, The Last of Us faz isso novamente, é mais um daqueles jogos que gamers podem usar como prova curta e grossa de que jogos também são arte e podem fazer até melhor do que as outras formas de arte existentes por aí, do que filmes eu tenho certeza que fazem, tanto é que eu nem tenho muita paciência pra assistir filmes ou seriados direito mais, a menos que seja muito bom, o que foi o caso de Breaking Bad, que eu realmente acompanhei até o final... Mas isso não acontece com muita frequência, enquanto jogo quase todo dia e fico sempre animado pra jogar algum jogo novo.

Sério, se você não pode jogar The Last of Us, ao menos vá pro Youtube e assista um walkthrough completo ou uma daquelas montagens que juntam cutscenes com partes in-game formando algo parecido com um filme, vale a pena.



Fórmula que nunca perde a graça: Dynasty Warriors 8

Muita gente pode me acusar de hipocrisia porque eu odeio God of War e seu festival de button mashing e "metralhe quadrado pra vencer", mas você me vê aqui elogiando Dynasty Warriors que é um jogo que também bota você pra metralhar o botão de ataque pra vencer... E por um lado, quem faz isso não estaria exatamente errado, Dynasty Warriors é tão button masher quanto God of War ou talvez até mais algumas vezes.

Só que Dynasty Warriors tem muita coisa que God of War não tem, uma boa história que inclusive é mais fiel ao próprio material em que é baseado, personagens carismáticos, muita variedade no gameplay, seja por ter vários personagens ou por ter um monte de batalhas diferentes que podem ser enfrentadas de várias maneiras com várias reviravoltas diferentes dependendo das missões que você cumpre ou deixa de cumprir, o sistema de moral que pode fazer a A.I aliada ou inimiga ficar mais agressiva e ser mais útil nas batalhas, tem muito mais coisa em Dynasty Warriors do que God of War sonhou em ter, e é por isso e vários outros motivos que no momento eu estou com preguiça de citar que eu digo que Dynasty Warriors é superior a God of War em quase tudo... Talvez só a trilha sonora e os gráficos não sejam.

A propósito, eu já falei que Dynasty Warriors não é puramente um jogo de metralhar um botão pra ganhar? Se você já colocar um jogo desses na dificuldade Normal, não precisa nem ser no Hard, apensar Normal, você provavelmente vai ter problemas pra entrar no meio de um monte de inimigos e sair metralhando o botão de ataque, pois eles ficam consideravelmente mais agressivos e vão te atacar de vários lados que é bem possível que você não vá ver porque já tá ocupado matando aqueles inimigos ali, a menos que depois você consiga itens e equipamentos adicionais que tornam os combates mais fáceis como elementais que paralisam ou stunam inimigos e coisas assim, mas ainda assim você precisa trabalhar bastante pra conseguir uma coisa dessas. Claro, isso não é nenhum jogo Hardcore, mas também não é uma caminhada no parque.

Dynasty Warriors 8 continua com essa mesma fórmula e melhora o sistema de armas que tinha no seu antecessor, agora com cada personagem tendo seu moveset único de novo e agora um sistema de afinidade entre as armas pra incentivar o uso das armas secundárias no jogo, mais conteúdos e modos extras, o Free Mode de volta, tudo o que poderia me agradar no gameplay de um jogo dessa série está presente aqui, ainda que a história tenha uma narrativa mais fraca, mas é bom saber que a Koei está gradualmente deixando o gameplay de Dynasty Warriors mais desafiador e variado, e não importa quantas vezes eu tenha jogado um Dynasty Warriors, eu posso parar de jogar por um tempo, mas sempre quando eu volto a jogar, é aquela mesma sensação de sempre, eu nunca consigo me cansar completamente, não sei se é só comigo, mas eu sempre abro um sorriso no meu rosto quando jogo Dynasty Warriors... Qualquer um que não seja o 6 ou Strike Force, claro.



Jogo que foi pior do que eu pensei que seria: Batman: Arkham Origins

Sabe aquele jogo que você não tinha muitas expectativas, mas ia pegar de qualquer forma por curiosidade de ver como ficou, e no fim das contas o jogo te surpreende sendo horrível abaixo as suas expectativas já baixas? Então, ano passado foi Resident Evil 6, esse ano é Batman: Arkham Origins, o jogo do Batman que não estava sendo feito pela Rocksteady, portanto não me atraiu tanto assim, só que quando eu peguei esse jogo pra jogar, eu esperava ao menos tirar algum proveito, mas que ingênuo fui eu...

Arkham Origins conta uma história de "origem" de como o universo da série Arkham ficou daquele jeito, apresentando um Batman mais "inexperiente" que a única diferença pro normal é que as vezes esse é mais agressivo, e aí tem aquela competição de "Uma noite pra matar o Batman" onde vários mercenários poderosos estão por aí atrás do nosso herói por uma recompensa grande em Gotham City, que está completamente vazia porque as pessoas estão dentro de casa assistindo os pornôs do Multi Show por conselho das autoridades já que vários criminosos estão à solta por aí, isso e várias inconsistências de prequel mal-planejada.

... Na verdade essa história toda é tão ruim que um amigo meu notou que ela já tinha sido resolvida pelo Alfred, que aconselhou que o Bruce ficasse na sua mansão já que ninguém sabe que ele é o Batman, só que ele quis se vestir de Batman e sair por aí porque eles podiam colocar alguém em perigo... E quem diabos seria esse "alguém"? Não tem ninguém nas ruas, Gotham tá mais vazia nesse jogo do que uma cidade fantasma, não tem uma alma viva na rua que não seja um criminoso fedido procurando o Batman pra encher o cu de dinheiro, se o Bruce tivesse seguido o conselho do Alfred, ele ia ficar lá, os caras não iam achar ele, o contrato de uma noite ia passar e pronto, treta resolvida, mas nãããããão, vamos tentar do modo mais difícil.

E o gameplay é basicamente uma versão piorada dos jogos da Rocksteady, com um combate com comandos completamente atrasados e controles que farão o Batman socar o ar mais vezes do que você poderia contar, e eu já falei que esse jogo não adiciona absolutamente nada na fórmula da série Arkham? Qualquer qualidade que esse lixo teria é por mérito do que a Rocksteady fez e não pelo que eles fizeram nesse jogo.

Eu poderia falar dos bugs, das quedas de frame rate irritantemente constantes e das vezes em que o jogo simplesmente congelava sem mais e nem menos, mas dizem que a WB lançou um patch que consertou isso e agora o jogo tá... Bem, não-quebrado, mas ainda continua ruim.



Um forte candidato a pior jogo de todos os tempos: Ride to Hell: Retribution

Como todo ano tem que ter aquele jogo ofensivamente ruim, Ride to Hell veio pra superar barreiras de ruindade estabelecidas por Mindjack, AMY, Duke Nukem Forever e vários outros dos piores jogos dos últimos anos, pois esse consegue surpreender e ser pior do que todos os mencionados... Sim, e olha que pra ser pior do que só Duke Nukem Forever já requer bastante esforço, mas o pessoal da Deep Silver conseguiu o que parecia impossível.

Ride to Hell é uma bagunça dos diabos, visualmente ele parece um jogo de PS2 com resolução meio-HD, é horrível de se olhar e as animações são piores ainda, com uma história de vingança manjada que tem a dublagem mais bizarra que eu já ouvi na minha vida, cenas de sexo entre personagens completamente vestidos (?), doses tão grandes de machismo que o pessoal do FEMEN ia morrer de desgosto, e motos.

Mas o pior de tudo em Ride to Hell é o gameplay, puta que me pariu, o gameplay desse jogo é insuportável, esse jogo não faz nada direito, as partes de moto têm controles horríveis e um detector de colisões tão bizarro com motos explodindo do nada que deixariam o Michael Bay orgulhoso, o combate é tão quebrado que fazem o de Batman: Arkham Origins parecer algo digno de GOTY, as partes de tiro têm um sistema de coberturas horrível e alguns dos piores controles de mira que eu já vi na minha vida.

Ride to Hell pode ser engraçado nas primeiras horas que você for jogar, pode parecer um daqueles jogos que são "tão ruins que são bons", mas não, na medida em que você avança nesse jogo, você vai começar a dar gritos de horror, vai ficar maluco, arranhar sua cara, vai tentar fugir da sua casa primeiro batendo nas paredes esperando que se rompam, depois vai começar a bater na própria cabeça com um pedaço de madeira, até que vai sofrer um traumatismo craniano e morrer, enquanto Ride to Hell é a única coisa que sobrou na cena do crime, e os produtores da Deep Silver dão risadas malignas lá na sua sede.

Esse jogo é TÃO ruim assim, mesmo..



Jogo com selo "Nerde Bisnaga" de qualidade: Deadpool

Deadpool é um daqueles jogos que são "engraçados", que as pessoas adoram porque é "lel so wacky and random XDDD" e cheio de piadas baseadas puramente no personagem sendo vulgar, falando do tamanho do pinto dele e de tetas.

Adivinha só qual outro jogo tem um humor assim e foi criticado por isso? Duke Nukem Forever, tem exatamente o mesmo tipo de humor que Deadpool tem, só que como é o Deadpool nesse jogo, aí o pessoal pensa que é algum tipo de ironia genial... A única diferença entre os dois jogos é que o Deadpool faz paródias de jogos "AAA" que não funcionam porque no fim das contas ele faz o mesmo que esses jogos, e referências a menes da internet que só os nerdes fortes entendem, esse jogo é EPIC FOR THE WIN LIKE A BOSS HEY DAWG I HERD U LIKE DEADPOOL GAME SO I PUT DEADPOOL ON UR ASS SO U CAN TAKE A SHIT WHILE TAKING A DEADPOOL GAME XDDDDD

Se esse jogo me fez rir pelo menos três vezes, eu diria que foi muita coisa, porque a maioria das piadas eram tão sem graça, manjadas e óbvias que eu só consigo imaginar algum fã de Zorra Total rindo disso, e eu nem quero falar sobre o Deadpool quebrando a quarta parede o tempo todo, você nunca mais vai querer ver algum personagem quebrando a quarta parede de novo depois de jogar essa merda.

O gameplay é o negócio mais raso e tedioso que você pode imaginar, com uma mecânica de Hack 'N Slash que tem um comando de tele-transporte mapeado no mesmo botão que você usa pra dar contra-ataques, o jogo é ridiculamente fácil e repetitivo, as partes de shooter são um saco e difíceis pelos motivos errados e os gráficos parecem algo de 2006 ou 2007, esse jogo não tem quase nenhuma qualidade que se salve.



Maior perda de tempo que tive esse ano: Final Fantasy XIII

Não é nenhum segredo que eu odeio Final Fantasy XIII mais do que qualquer outro RPG que eu joguei até agora, mas isso é desde o dia em que eu o joguei pela primeira vez em 2010 quando esse jogo foi lançado no ocidente, depois de eu ter sido hypado pelas milhares de promessas da Square com esse jogo e o fato dele ter ficado cinco anos em produção, eu comprei esse jogo todo animadão, coloquei  no meu Xbox 360, joguei umas duas ou três horas e tava achando o jogo uma bosta, logo no começo eu já queria parar de jogar porque não só eu estava entediado com o gameplay como eu simplesmente não estava entendendo bulhufas do que acontecia naquela história, meu desânimo pra jogar Final Fantasy XIII foi tanto que eu joguei só mais umas horas, ainda continuei não gostando e depois simplesmente larguei o jogo de lado, e nunca mais joguei de novo até um ano depois quando eu tava sem nada pra jogar, liguei o Xbox, botei Final Fantasy XIII e novamente, só joguei mais umas horas e larguei o jogo de lado outra vez.

Então eis que esse ano eu resolvo dar mais uma chance a esse jogo porque eu estava fazendo uma maratona de Final Fantasy onde eu ia jogar desde o primeiro jogo da série até esse, e eu joguei a maioria deles de boa, exceto o II porque tinha o sistema de evolução mais bizarro que eu já vi num JRPG e o VIII porque a história dele é uma enciclopédia sem pé e nem cabeça, mas era legal abusar das mecânicas quebradas desse jogo... Eu até passei a gostar um pouco mais de Final Fantasy X e XII que antes eu também nem jogava muito entusiasmado, só que aí chegou a vez do XIII e eu já peguei o jogo com aquela cara de "Ahhhhh nããããããããão...", porque eu realmente não tinha vontade alguma de jogar esse jogo, eu achei um lixo na primeira vez, achei um lixo na segunda chance que dei e provavelmente acharia nessa, já discuti com muita gente na internet por causa desse jogo e a maioria das pessoas que o defendiam, faziam isso com uma desculpa pior do que a outra, ainda chegando a dizer que o jogo ficava bom depois de umas 20 ou 30 horas lá perto do final.

Mas ok, então eu fui jogar Final Fantasy XIII de novo, porque tinha que ter alguma coisa boa nisso, até comecei um novo jogo porque nem lembrava direito do que aconteceu no save de antes, e por todo o tempo que eu fiquei jogando, o jogo sempre seguia a estrutura de correr num tubo com vários inimigos, lutar contra eles com aquele sistema de batalhas retardado que conseguia ser menos interativo ainda do que os outros por turnos da série e aquele negócio de Paradigms que nada mais era do que uma versão piorada dos Gambits de Final Fantasy XII, a maioria das batalhas praticamente só requeriam Paradigms concentrados em ofensiva e depois alternar pra um concentrado em curar quando precisasse, raramente eu tive que usar alguma estratégia, e isso foi só lá no capítulo 11 do jogo com uns inimigos específicos que tinham limite de tempo pra serem derrotados.

Nessa terceira chance que dei pra Final Fantasy XIII, eu só fiquei surpreso com o quanto o jogo se mantinha consistentemente ruim a cada minuto que eu jogava, a história com aquele negócio todo dos fal'Cie, l'Cies e Focus só me parecia cada vez mais estúpida, os personagens ou eram irritantes, ou eram sem graça, a narrativa não explicava absolutamente nada direito e, claro, eu não poderia deixar de mencionar que nossos heróis ficam vários capítulos seguidos andando por aí e sendo perseguidos pela PSICOM sem fazer nada de útil além de ter um desenvolvimento de personagens meia-boca enquanto isso, mas a história em si não se desenvolvia nem um pouco, ela tinha o ritmo de uma lesma andando em câmera lenta e em todo esse tempo que nossos heróis não faziam nada, eles só falavam sobre a mesma coisa de não saberem seus Focus e sobre fal'Cies serem malvadões o tempo todo, eram coisas óbvias que eles viviam ressaltando porque os roteiristas provavelmente estavam tão animados pra fazerem o script desse jogo quanto eu estava pra jogar.

Eu só conseguia entender mais ou menos o que acontecia porque as vezes eu lia o que tinha no Datalog sobre os elementos mais importantes da história, mas até ele as vezes era ridiculamente vago.

Então eu larguei Final Fantasy XIII outra vez, porque o jogo tava horrível em quase todos os aspectos, mas então uns meses depois eu resolvi jogar até o final porque faltava pouco e continuavam a insistir pra mim que o jogo ficava bom nos capítulos finais, e não, não ficou... Ficou melhor sim, mas o jogo não ficou bom, só marginalmente mais suportável, a propósito, aquela luta final contra o Orphan é ridícula, é um dos piores Final Bosses que eu já vi em qualquer jogo.

Eu não tenho muito saco pra falar de Final Fantasy XIII e de como esse jogo é um lixo e merece todo o ódio que recebe das pessoas da internet, se quiser, só clicar aqui e depois aqui, é o mais detalhado que eu posso ser sobre essa aberração em forma de jogo.

Bem... Pelo menos o XIII-2 é legal, o que mostra que eu ainda não sou um cara 100% negativo com essa "saga" de Final Fantasy XIII, e eu quero jogar Lightning Returns também, mesmo esse ainda me parecendo meio estranho.



Jogo antigo que eu só fui jogar e ver o quanto é legal hoje em dia: Megaman 7

Outro preconceito que eu tinha era com o Megaman clássico, eu nunca cresci com ele, desde criança eu joguei Megaman X, a primeira vez foi quando eu aluguei esse jogo e resolvi que eu devia ter porque era muito foda, mas depois eu fui descobrir que existia outro Megaman além do X quando joguei Marvel vs Capcom e lá tinha um Megaman que parecia mais uma criança de pijama e me disseram que era o Megaman original, era legal jogar com ele lá, mas aí quando eu fui jogar um jogo desse Megaman pela primeira vez, que no caso foi Megaman 8, também alugado mais tarde quando eu tive um PS1, eu simplesmente não vi aquela mesma graça que tinha em Megaman X, o jogo era inferior em todos os aspectos, logo eu desanimei e demorei um pouco pra dar uma jogada de verdade nesse jogo e nos outros jogos do Megaman clássico.

Então fui conhecendo melhor os jogos do Megaman original, depois de ter jogado todos eles, Megaman 7 é definitivamente o melhor, como eu disse lá na maratona, esse jogo é tão bom que eu boto ele sim no mesmo nível que Megaman X sem nenhum medo, e quem achar isso ruim, vamo resolver isso lá na rua então, leve suas melhores cartas de Yu-Gi-Oh!

Por que Megaman 7 é tão especial? Porque é bem simples, apesar de bons, os jogos do Megaman clássicosempre tinham seus erros grandes que os impediam de ser melhores ainda, Megaman 1 tem um level design que as vezes é muito cheap, Megaman 2 tinha todo o design daquele boss de torreta que você só tinha uma chance pra matar ou então você tava fodido, Megaman 3 tinha aquela retardadice de Doc Robot, Megaman 4 conseguia piorar o level design com relação ao 2 e o 3, Megaman 5 não adicionou nada de relevante a fórmula da série e Megaman 6 era ok, mas nada impressionante... Megaman 7 por outro lado resolvia a maior parte desses problemas, o level design desse jogo era perfeitamente balanceado, oferecia exploração pra quem quisesse, o Megaman tinha controles muito mais precisos e fluídos, tem algumas das melhores armas da franquia e a luta contra o Bass lá usando os adaptadores sozinha também já seria o suficiente pra botar esse jogo pra cima.

Eu podia ficar por mais tempo falando desse jogo, mas já disse tudo na maratona, isso é só um resumo, então vá ler lá se quiser ver algo mais elaborado.



Portátil dos deuses: Dissidia 012 Final Fantasy

Eu posso surrar o Squall, o Tidus e a Lightning.

Sem mais.


Pois é, isso foi o que eu joguei em 2013... Mais ou menos, claro que teve muito mais coisa, zerei Conker's Bad Fur Day pela milionésima vez, joguei vários jogos que eu já tinha jogado antes porque merecem que eu os jogue novamente, isso aí se trata dos jogos mais marcantes, de uma forma positiva ou negativa, que eu joguei esse ano, e sim, esse ano foi meio chatinho pra jogos porque o intervalo entre os jogos bons que saiam era enorme, mas no fim das contas saiu GTA V e Rayman Legends, então valeu a pena ter esperado, eu acho.

Com isso eu não preciso de uma lista de melhores/piores jogos do ano, até porque eu nem joguei todos os piores profundamente e não tenho vontade de jogar também, então apenas contentem-se com esse post, que pra mim é até melhor do que fazer uma lista de melhor/pior do ano.

Talvez ano que vem tenha um de melhores e piores jogos que surgiram na sétima geração ao todo, mas isso ainda é lá no futuro, no futuro tudo pode acontecer, o mundo pode acabar sendo destruído por um monstro parasita, pode acontecer um apocalipse zumbi, a internet pode chegar ao seu fim, o Silvio Santos pode morrer, a Copa do Mundo pode acabar sendo o maior vexame de todos os tempos... Até lá, nada é certo, então vamo ver, né?

Esse não é necessariamente o último post esse ano, eu acho, se eu ainda estiver animado, postarei sobre mais algum jogo, talvez.

Lista de todos os participantes do meme:

{ 60 comentários }

  1. Dissidia (L)
    Eu não sabia que tu tinha jogado Tomb Raider. xD
    E pra que jogar FFXIII cara? Para com isso. /apanha

    ResponderExcluir
  2. caraca mano você jogou tudo que teve de bom nos jogos, principalmente megaman 7 hehehe, ótimo post, minha participação eu vou postar segunda =)

    ResponderExcluir
  3. EU TE DISSE PRA JOGAR THE WALKING DEAD SEU FDP, MAS NÃÃÃÃÃÃÃO VOCÊ TINHA QUE FALAR QUE NÃO TINHA VONTADE

    ResponderExcluir
  4. Desculpa, cara, não me machuque. ;_;

    ResponderExcluir
  5. Eu provavelmente nem teria jogado Megaman 7 se não tivessem me convencido a fazer uma maratona do Megaman clássico, valeu a pena.


    Vou estar aguardando os outros posts, os links já tão lá.

    ResponderExcluir
  6. Eu fui jogar Final Fantasy XIII porque tinha que terminar a maratona, e eu tava tão animado quanto aquele burro do Ursinho Pooh pra jogar isso.

    ResponderExcluir
  7. Na moral? DmC é um daqueles jogos bons que todo mundo odeia pq odiar te faz parecer legal, eu tenho ele aqui e joguei até fazer 1000 de gamescore, já o 4 eu só terminei e nunca mais joguei dnv

    ResponderExcluir
  8. O Ryu é masoquista, ele vai atrás de jogo ruim.

    ResponderExcluir
  9. Muito legal!! Daí o que eu ainda quero jogar é o Tomb Raider e o Rayman Legends. O GTA V eu ainda tô jogando, logo logo já zero saporra ehehe. Muito bom zerar Conker's Bad Fur Day, Mega Man 7, também peguei para zerar este ano e tô agora tentando zerar o X2. Esse Ride To Hell, eu jogaria por curiosidades mesmo, esses jogos meio lado B me chamam a atenção para aquele momento em que você não quer jogar algo que frite seu cérebro. Rachei aqui com o lance do Tomb Raider que você falou... a grande verdade!

    ResponderExcluir
  10. Você já jogou todos?

    ResponderExcluir
  11. Da próxima vez me ouça, corno

    ResponderExcluir
  12. Ossos do ofício mon ami. Sorte que você não trabalha com publicações -*cofcof- "profissionais", ou alem de ter prazo para jogar e escrever sobre jogos ruins, você ainda ia ter que fazer uma análise pretensiosa e fingida por pressão do seu chefe para agradar os fanboys que leem essa publicações. E eu DEFINITIVAMENTE não consigo te imaginar falando bem de um jogo ruim como FFXIII...

    ResponderExcluir
  13. Se você jogou Rayman Origins e gostou, não tem como errar com o Legends, é uma versão melhorada em vários aspectos, mesmo sendo mais curto. E Conker's Bad Fur Day é o meu platformer 3D favorito, eu sempre acabo zerando ele anualmente e sempre tem a mesma graça de jogar.


    E Megaman 7 é muito bom mesmo, mas como uma série toda, ainda prefiro Megaman X do que o original, o X2 mesmo é um dos melhores dele, talvez eu pegue pra jogar tudo do X depois igual fiz com o original, mas por agora eu vou focar em outra coisa pra não ficar enjoativo.


    Sobre Ride to Hell... Eu recomendaria jogar se você quiser morrer e procurar por algum tipo de eutanásia, esse aí te mata de desgosto quase instantaneamente.

    ResponderExcluir
  14. Mais ou menos, DmC não é tãããão ruim assim, mas não é grande coisa também.

    ResponderExcluir
  15. Eu posso ser demitido, mas nunca que faria uma review positiva desse jogo.


    Nunca!

    ResponderExcluir
  16. Sim, só falta postar sobre Megaman & Bass, Megaman 9 e 10 depois.

    ResponderExcluir
  17. DmC tem uns problemas de balanceamento, mas concordo que seja um jogo divertido de jogar.

    ResponderExcluir
  18. cê ta bem ryu? Você falou de jogos ruins sem compara com o sonic 4 ou '06 ou adventure e isso é estranho, muito estranho

    ResponderExcluir
  19. DmC: Devil May Cry - Prefiro a série original, mas assim como você eu gostei como um jogo sozinho sem ter relação com DMC.


    Tomb Raider - Não joguei ainda, mas ri do texto, vou dar uma jogada quando puder.


    The Walking Dead - Não gostei tanto assim, a maioria das suas escolhas não afetam a história de verdade, só muda uns diálogos de vez em quando, mas os eventos já "destinados" como (SPOILER)a Lilly matar a Carley(SPOILER) não tem como mudar independente do que você escolhe, fora isso, a história é boa sim, principalmente a relação do Lee com a Clementine.


    Metal Gear Rising - Joguei uma vez, mas deixei de lado, não gostei daquele sistema de defesa... posso não ter jogado direito e assim não ter acostumado, mas no momento eu não penso muito em dar outra chance porque tenho outras coisas pra jogar.


    GTA V - Eu tinha preconceito com GTA porque os mano v1d4 l0k4 jogavam, mas depois de jogar esse, eu passei a gostar muito de GTA, ainda tenho que terminar a história, mas é muito bom mesmo.


    Rayman Legends - Eh, gostei mais do Rayman Origins, mas ainda é ótimo.


    The Last of Us - Não joguei, mas assisti meu amigo jogando, pareceu um daqueles jogos que é mais legal assistir alguém jogando do que jogar.


    Dyansty Warriors 8 - É tipo uma versão 3D desses beat em ups dos arcades dos anos 90, curti bastante, e também gostei da história.


    Batman Arkham Origins - Quem achou que isso ia ficar bom? Roteiro sem Paul Dini e jogabilidade sem Rocksteady? Não joguei e nem quero jogar.


    Ride to Hell - Graças a Deus não joguei.


    Deadpool - Eu achei engraçadinho, mas a jogabilidade me dava sono.


    Final Fantasy XIII - Nunca joguei nenhum FF, sempre quis saber como é, mas pelo visto não é uma boa ideia conhecer essa série por esse jogo.


    Mega Man 7 - Foda, jogo até hoje.


    Dissidia 012 Final Fantasy - Não sei quem é Squall, Tidus ou Lightning, mas ri.

    ResponderExcluir
  20. É que esse ano eu nem joguei Sonic direito.

    ResponderExcluir
  21. Começar a jogar Final Fantasy pelo XIII é tipo começar a jogar Sonic por Sonic '06 ou Megaman X pelo X7, jogue o VI, o VII, o IX ou o Tactics Mestre Corrida se quiser uma boa primeira impressão de Final Fantasy.

    ResponderExcluir
  22. Só eu não gosto do Final Fantasy XIII-2 também? O primeiro é um lixo e esse é um pouco melhor, mas mesmo assim ainda é ruim, a história é mais confusa ainda com esses paradoxos temporais e parece uma fanfic baseada no FFXIII ao invés de uma história oficial.

    Todo mundo elogia o Caius, mas eu acho ele um vilão ainda pior do que o Barthandelus, ele fala umas frases clichês de doer sobre a destruição do mundo ser inevitável, ficava ausente quase o jogo todo até chegar perto do final, o objetivo dele também é idiota, ele quer destruir tudo pra Yeul não morrer, mas por que? Qual é a graça de viver num mundo destruído sem vida/morte? E porq ue ele acha que a Yeul é o tipo de garota que ia querer que todo mundo sofra pra ela mesma se beneficiar? E ele só deu sorte que o Noel e a Serah tavam sendo burros e fazendo exatamente o que já foi dito a eles que não era pra ser feito, o final do jogo foi previsível pra mim por causa disso.

    ResponderExcluir
  23. Por isso o Caius é um vilão, vilões querem fazer coisas erradas com consequências erradas que eles acreditam ser certas pra beneficiar apenas a si mesmos ou a alguma outra pessoa de quem eles gostam.

    ResponderExcluir
  24. Vou jogar FF VII, já que é o mais comentado entre as pessoas, deve ser o melhor jogo da franquia, e vou dar uma chance pro MGR depois quando tiver terminado os jogos que eu estou terminando agora, valeu o incentivo.

    ResponderExcluir
  25. Original the Character21 de dezembro de 2013 15:34

    Ride to Hell é a prova de que Jesus morreu em vão.

    ResponderExcluir
  26. Original the Character21 de dezembro de 2013 15:35

    Não sei se TLoU é melhor pra assistir, eu joguei e gostei muito, mas o enredo é o carro-chefe do jogo, realmente daria um ótimo filme.

    ResponderExcluir
  27. Original the Character21 de dezembro de 2013 15:40

    DmC é completamente quebrado, especialmente quando você libera todas as skills e vai jogar usando elas, o Angel/Demon Evade te dá poder suficiente pra matar até chefões com 3 ou 4 porradinhas.


    É, aí você me diz que não precisa usar eles se não quiser, mas se o jogo deixa que eu use uma coisa tão desbalanceada, eu vou usar sim.

    ResponderExcluir
  28. Eu prefiro o VI, mas o VII também é bom.

    ResponderExcluir
  29. Rayman Legends é meu GOTY.

    ResponderExcluir
  30. Eu também achei The Last of Us mais legal de assistir do que de jogar, é nóis.

    ResponderExcluir
  31. As pessoas odeiam porque é um reboot que ninguém tinha pedido e ainda por cima nem é bom o suficiente pra tomar o lugar da série original.

    ResponderExcluir
  32. Eu já perguntei por que ele faz isso, ele diz que faz porque tem curiosidade, ou as vezes porque ele não sabia que o jogo ia ser ruim, mas insistir em FFXIII tantas vezes achando que vai ter alguma coisa boa realmente é masoquismo.

    ResponderExcluir
  33. Juninho - Lugar de Nerd!21 de dezembro de 2013 20:50

    Sinceramente, de tudo que eu vi ali, gostei de quase tudo e tals, mas não joguei todos, mas sem dúvidas não consigo gostar da série Dissidia. Acho o sistema imbecil pacaralho!

    Mas bater no Squall é REALMENTE MARAVILHOSO!

    Só isso me faria comprar o game, acho que ainda comprarei um saco de areia com a cara do Squall. Treinar qualquer arte marcial com a cara dele deve dar um boost + 20 em todas as características!

    E valeu demais por postar o meu MeMe (e do meu amigo que é postador esporádico)

    ResponderExcluir
  34. Gostou até do jogo do Deadpool? Ou ele cai na categoria de "não joguei"?


    E sobre Dissidia, no começo eu achava o conceito idiota também, mas depois percebi que era mais difícil do que parecia ser quando me explicaram como o jogo funciona.

    ResponderExcluir
  35. A culpa não foi só minha, os caras me falavam que o jogo ficava bom no final.

    ResponderExcluir
  36. Mas vilões costumam fazer sentido mesmo sendo maus, o Caius não faz

    ResponderExcluir
  37. O que as pessoas esquecem sobre os vilões é que eles estão ERRADOS.

    ResponderExcluir
  38. Percebi...ele só fala de Sonic 2006 pra mim...parece que quer sofrimento.

    ResponderExcluir
  39. Poxa...todos esses dias e você nunca me contou que gostava de masoquismo?

    ResponderExcluir
  40. Juninho - Lugar de Nerd!22 de dezembro de 2013 03:57

    Eu já meio que sabia e eu tenho os dois pra PSP e achei mega tosco...

    Deadpool joguei alguns minutos do PC do meu amigo! Adorei e morri de rir! Mas eu gostaria de comprar ele, mas jogo de heróis eu só pago caro no Batman!

    SOMENTE NO BATMAN!

    O Origins é meia boca, mas aposto que ainda assim é melhor que a grande maioria... Capitão América é legalzinho, Wolverine Origins é legal mas tem MUITOS bugs (deveria jogar ele, é um Sonic 2006 de herói) e se fizerem algum do Superman eu simplesmente não vou jogar!



    ASHUSAUHSAUHAUSHASUHUHASHUASUHAuh

    ResponderExcluir
  41. Nem tem Saints Row 4 aí? Desculpa mas você não aproveitou o ano todo então

    ResponderExcluir
  42. Eu vou bancar o advogado do diabo aqui, mas pra mim DmC era um reboot necessário, a história dos antigos estava virando uma bagunça, o Dante teve um filho com uma mão superpoderosa que na verdade pode ser o filho do Vergil, e o próprio DMC4 também foi uma decepção, era inferior ao 3 em quae tudo e o Nero é o maior chorão que eu já vi num jogo até agora, os outros personagens novos não são nenhum pouco interessantes também, a Capcom não fazia nem ideia do que ia arrumar com a série e se não fosse a Ninja Theory, a gente nem teria nada.


    Quem reclama da história do DmC pode reclamar das histórias dos jogos da série original também, porque é quase o mesmo estilo, o Dante manda um monte de one liners igual antigamente, a história é simples e direta e a história de fundo do Dante e do Vergil é melhor explorada.


    Se for reclamar de diálogos ruins, o DMC antigo também tinha muito disso, então não é um problema único do DmC.


    A jogabilidade mudou um pouco, mas não ficou ruim também, o único problema do jogo é que ele é muito fácil, mesmo no modo Hard, isso sim devia ser consertado.

    ResponderExcluir
  43. Saints Row IV suga caralhos.

    ResponderExcluir
  44. Olhando pelo ponto de vista dele, isso faz sentido, o que ele quer é que a Yeul pare de sofrer, e isso tecnicamente faria com que ela parasse.

    ResponderExcluir
  45. A diferença é que o Tameem prometeu que DmC ia ter uma história shakespeareana, a nível de filmes ou livros, eu não esperei isso porque é um Devil May Cry, não consigo acreditar que uma coisa assim viria de uma série que sempre teve histórias simples, mas muita gente esperou, e a história desse jogo passa muito longe de ser shakespeareana.

    ResponderExcluir
  46. Desculpa, achei que você já tinha reparado.

    ResponderExcluir
  47. CE TA LOUCO? QUANDO EU FALEI ISSO? ASDUHASHDU Eu só acho que possa ser divertido com os amigos pela zuera. Mas eu não tenho vontade não...Adimito que quero jogar Sonic Adventure 2...mas 2006 não é algo que eu tenha vontade.

    ResponderExcluir
  48. É, pra querer falar comigo.. >: /apanha

    ResponderExcluir
  49. Perdoa ae, mas achei o novo Tomb Raider uma bosta. Tem muito pinto e pouca buceta. Assim fode.


    Fora do assunto: LOL olha o que acho na lista de parceiros (aquele United Gamers):

    ResponderExcluir
  50. Deu pra ver que os leitores amam esse tal de Search HUEHUEHUEHUEHUE


    OBS: Mals pelas imagens repetidas, tá tudo bugado aqui.

    ResponderExcluir
  51. Esse Search n sou eu mas ele tem um bom gosto pra avatar

    ResponderExcluir
  52. Eu curti o Devil May Cry "novo". Acho que a maior treta foi ter justamente o nome "Dmc" se fosse a bostinha de outro titulo não ia ter tanto mimimi D: e sem contar a divulgação lixo que eles fizeram no começo com um guri emo. Ah e eu joguei todos os jogos da série, mas gostei bastante desse também..

    Mas ai eu não tanto assim gostei do GTA V, me julguem. Achei esse enredo um belo cliche ruim de "sou bandido só que não". Sem contar que fiquei super ansiosa pra mais missões de poder "personalizar" os assaltos e elas acontecem umas 3 ou 4 vezes no jogo todo D: mas é aquele negocio, opinião é opinião '-'

    Dynasty Warriors eu jogava os de PS2, nem tinha visto esses de "não tão nova-geração" darei uma conferida depois já que você falou tão bem dele o/



    Abraços o/

    ResponderExcluir
  53. Eu tenho uma relação de "amor e ódio" com DmC, é até meio difícil de explicar, mas o maior problema é o nome mesmo, porque como parte da série ele é meio... Fraco, Devil May Cry 3 faz quase tudo melhor do que esse jogo, mas como um jogo separado, DmC é decente e seria melhor aceito com outro nome, ainda que com uns problemas de balanceamento que um monte de gente já apontou.


    E pra falar a verdade, enredo de GTA sempre foi sobre bandidos com algum tipo de crise pessoal, o do V só é uma evolução disso, o Trevor mesmo é completamente diferente do estereótipo de maníaco homicida que costumam botar até como antagonistas de jogos, apesar dele ser sim uma pessoa horrível por um lado, ele se importa com quem ele gosta, e ficar lá triste pela morte do melhor amigo dele pra depois descobrir que era tudo mentira chegou até a me dar pena dele, tanto é que o final de matar ele foi o que eu mais odiei no jogo inteiro.


    Clichê por clichê um monte de coisa é, talvez até tudo seja hoje em dia, mas o que diferencia é a maneira com a qual você apresenta esse clichê, e GTA V fez isso muito bem ao meu ver, isso vem de um cara que nem gostou muito do Niko lá do GTA IV por ser clichê demais.


    E se você gostava dos Dynasty Warriors de PS2, pode jogar o 8 sem medo que não tem como errar.

    ResponderExcluir
  54. Cara, você jogou Sleeping Dogs? Não sei se foi "ressaca" dele mas achei o enredo do GTA V uma droga perto do dele. GTA IV não curti muito jogar, joguei umas 3h e larguei, o GTA V eu realmente não achei ruim, talvez tenha me expressado mal, só não achei toda essa coca cola que geral fala. Em Sleeping Dogs eu fiquei tão imersa no enredo e com o carismas dos personagens que talvez por isso que GTA V não tenha me pegado. Nas primeiras horas eu achei fantástico e conforme foi passando as infinitas horas pra zerar o modo campanha eu comecei a "chatear" e fui perdendo a vontade de jogar.. mas sei lá, gosto é gosto, não é mesmo? Jogarei sim o 8, achava que a série tinha ficado chatinha com o tempo, mas jogarei para ver.

    Ah e sobre o DMC, eu gostei do jogo no mesmo nível do 1, o 3 e o 4 pra mim, são os melhores. Achei o jogo difícil até, não sei se sou noob demais mas okei. Achei o enredo dele desenvolvido de uma forma que, "digamos" faça mais sentido que os DMC da série "clássica".

    Abraços o/ caso eu tenha falado muito redundante é por culpa do sono D: mas é isso ae o/

    ResponderExcluir
  55. Os caras odeiam o novo DMC só por causa de mudanças na arte, são os mesmos chorões que odeiam Mega Man X7 só porque é diferente dos Mega Mans X 2D que eles amam chupinhar

    ResponderExcluir
  56. Não, odeiam Megaman X7 porque o jogo é uma bosta, e não tem nada a ver com ser diferente ou não ser 2D, Megaman X6 é um jogo 2D e também é uma bosta.


    Gente que nem você que fica com esse papo de "Hurr durrrr odeiam esse jogo pq n asseitam mudansas durrr" tem mais é que se foder mesmo, primeiro que mesmo olhando por esse lado das mudanças, ninguém pede por mudanças na fórmula de um jogo, e se for pra ter mudanças, que sejam ao menos boas, o que claramente não foi o caso de Megaman X7.

    ResponderExcluir
  57. É isso aí, Megaman 7 é bom pra caramba!

    ResponderExcluir
  58. Quem é que fica me falando que quer jogar Sonic 2006 mesmo?

    ResponderExcluir
  59. Cara, eu juro que eu tentei rir desse jogo, mas não consegui, a única cena que me fez abrir um sorriso no rosto foi aquela que você tem que estapear o Wolverine desmaiado, só.


    E eu não sei, nunca joguei Capitão América, mas Wolverine Origins é mais divertido do que esse Batman, isso eu digo sem medo.

    ResponderExcluir

- Copyright © Blog do Ryu - Date A Live - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -