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Postado por: Ryu sexta-feira, 17 de junho de 2016


Primeiramente, eu peço perdão por não ter feito um post sobre a E3 do ano passado, acabou que eu não tive tempo pra fazê-lo enquanto o assunto ainda era relevante e portanto eu simplesmente deixei morrer. Mas dessa vez isso não vai se repetir, esse ano tem post da E3 ou então meu nome não é André e eu não sou um usuário de drogas!

Como é de costume... Eu não vou falar de literalmente tudo o que aconteceu nas conferências da E3, mas sim das coisas que me chamaram atenção em cada conferência, o que pode ser tanto de uma forma positiva quanto negativa ou até mesmo aquela atenção de "Oh, isso existe". Portanto já vou dizendo adiantadamente que na conferência da EA não teve porra nenhuma que me despertou interesse... Pois é, pessoal, eu não ligo pra jogos de esporte exceto alguns casos muito específicos, nunca joguei Mass Effect, também não ligo pra Star Wars: Battlefront, nem Battlefield, e nem pro Snoop Dogg, então realmente essa conferência foi bem fiel ao histórico da EA de ter conferências que não me empolgam nem um pouco, portanto vou pular ela. Quem sabe se o próximo jogo de esporte da EA for um Neymar Simulator onde você tem que fingir que caiu nas partidas de futebol pra enganar o juíz e ganhar cobranças de falta de graça, e fora das partidas você arruma esquemas pra sonegar impostos. Isso... Seria bem interessante, pra falar a verdade.

Ok, e quanto ao resto? Bem, eu tenho um bocado pra comentar sobre certos jogos sim, mas vamos pegar tudo por ordem porque tem um bocado de coisas. A começar pela conferência da Bethesda, que por sinal eu tava curioso pra ver por causa dos anúncios que fizeram na E3 do ano passado.


Pois bem, faz um tempo que a Bethesda comprou a id Software, dona de franquias FPS antigas que aparentemente haviam morrido como Wolfenstein, Doom e Quake. Após isso, eles trataram de fazer com que Doom e Wolfenstein ressurgirem das cinzas e voassem pelo cenário dos video games como uma Fênix resplandescente, impressionando todo mundo e trazendo uma bem vinda mudança de ritmo no gênero, que até hoje ainda anda meio saturado com shooters cover-based realísticos e afins. Mas qual outra dessas franquias ainda faltava pra receber esse tratamento? Quake, é claro!

... Ok, eu não sou tão familiar com Quake assim, pra ser honesto o único que eu joguei na minha vida foi Quake II no PS1. Mas foda-se, eu gostava desse jogo mesmo nunca tendo zerado ele porque essa porra era mais difícil do que achar alguma pessoa de banho tomado em show de banda Grunge. No entanto parece que temos um problema... Esse jogo, chamado de Quake: Champions, aparentemente é um Shooter Multiplayer focado em classes, com inspirações em MOBA pra competir talvez com jogos como Overwatch, que lançou recentemente e já tem tanto meme por aí na internet que eu que nem joguei já tô enjoado do jogo. Bem... Eu posso só falar com base no que eu joguei da versão de PS1 de Quake II, mas as poucas vezes em que eu joguei aquele Multiplayer, eram só Deathmatches diretas bem naquele estilo old-school mesmo, você aparece no cenário com uma arma fraca e vai por aí pegando armas mais fortes e metendo bala em qualquer merda que surgir no seu caminho... Ou então levar bala e morrer.

Então, nesse trailer que eles mostraram já deu pra ver uns personagens que representam classes com habilidades únicas como visão termal, teletransporte, golpes corpo a corpo e afins. Isso repercutiu de uma forma negativa entre os fãs de Quake que queriam uma experiência como os originais, sem classes, perks e nem nada desse tipo, compreensivelmente. Eu? Meh, Quake II tinha um modo de campanha e era o que eu normalmente jogava, se esse jogo tiver uma campanha e ela for boa, é provável que eu goste dele se acabar jogando. No entanto, eu compreendo como os fãs da série que gostam do Multiplayer se sentem, é realmente uma merda ver algo desse tipo.


Ainda no assunto de FPS old-school... Bem, tá aí, Doom. Quem xerecas não conhece Doom, né? A série foi rebootada, o primeiro jogo desse reboot foi mostrado na E3 do ano passado e lançado no começo desse ano, pra quem de alguma forma ainda não sabe o que aconteceu. Não joguei Doom 2016 e provavelmente não vou jogar tão cedo, e o mesmo vale pra... Todos jogos sendo mostrado na E3, mas nem por isso eu posso deixar de admirar o que eu vejo dos anúncios deles. Pelo que eu vi da campanha desse novo Doom, é exatamente o que eu sinto falta em jogos FPS: Fugir dessa coisa de tentar ser realista e te deixar simplesmente sair soltando pipoco em tudo com armas criativas, matando seus oponentes de várias formas diferentes, lutando contra demônios e o caralho a quatro. Pois é, eu honestamente quero muito jogar Doom 2016 e mal vejo a hora de melhorar meu PC.

De qualquer forma, Doom 2016 teve a sua primeira DLC anunciada: Unto the Evil. Vai trazer novos mapas, novos equipamentos, um novo demônio pra você matar e todas essas coisas que DLCs fazem. Bem, eu só tenho a dizer que se alguém quiser me dar um PS4 enquanto eu não descolo um PC melhor, eu aceito sem cerimônia alguma.


Ah, Dishonored... Sabe aquele jogo que você joga pela primeira vez, não fica tão impressionado assim com ele, mas na medida em que você vai jogando outras vezes de formas diferentes ele vai ficando cada vez melhor? Dishonored é exatamente esse jogo, é meio que impressionante como a minha opinião sobre esse jogo mudou de lá pra cá.

Na primeira vez que eu falei sobre Dishonored aqui, fiquei interessado no conceito do jogo e na direção artística, mas no fim das contas achei o jogo bom, mas nada memorável e até sem graça quando você tenta jogar do modo como o jogo te encoraja pra ter o final bom: Sem matar ninguém e sem chamar muita atenção. Quando eu fui revisitar Dishonored, resolvi tacar o foda-se pra isso e jogar como eu bem entender, seja indo no Stealth e matando todo mundo, matando só os alvos importantes ou simplesmente chegando lá e tacando o terror em todo mundo com os meus poderes... Esse virou legitimamente um dos meus jogos favoritos do Xbox 360. Sem nenhum pingo de ironia da minha parte, eu juro! Talvez eu até escreva uma review nova fazendo mais justiça a Dishonored depois... Não sei quando, mas é uma coisa que eu pretendo.

Enfim... Foi bom saber ano passado que anunciaram Dishonored 2, e dessa vez a protagonista da história é ninguém menos do que Emily Kaldwin, a filha da imperatriz que você resgata no jogo anterior, provavelmente foi treinada pra ser uma assassina pelo Corvo pra poder se defender ou algo assim. O que interessa é que eles mostraram gameplay desse jogo... E mostraram gameplay pra caralho, foi uma coisa maravilhosa de ver, pra começo de conversa parece que você pode escolher entre jogar a história com a Emily ou o Corvo, suponho que cada um vá ter os seus próprios poderes e os seus próprios eventos da história.

Mostrando ser fiel à liberdade dada pro modo de cumprir missões do primeiro jogo, a que foi mostrada na E3 é uma missão onde os Overseers e a gangue dos Howlers tão em conflito e você pode jogar indo pra um dos dois lados ou então pra nenhum. Dá pra ver que os gráficos melhoraram, agora a engine parece complementar melhor a direção artística do jogo que tenta simular uma pintura em movimento, um avanço em comparação com o primeiro que... Meio que consegue, mas também tem um detalhamento meio pobre em contrapartida. O combate parece ter mais opções de golpes de espada e os poderes sobrenaturais ainda estão ali. Jogando com a Emily o apresentador usou teletransporte, uma telecinese maluca pra puxar um tanque explosivo pra um inimigo que tava atrás e depois até pra puxar um inimigo e então finalizar ele no ar que nem Bulletstorm, um poder que faz os inimigos ficarem distraídos com um bagulho mágico que possui as mentes deles e assim te permite passar sem ser notado... E os que eu mais gostei: O Domino, que te faz marcar alguns inimigos e tudo o que acontece com um acontece com os outros marcados, nesse gameplay ele fez uma mina de stun que atingiu um atingir os outros dois que tavam marcados também. Por último o Shadow Walk, você basicamente vira uma sombra e fica com Stealth favorecido, assim como também pode matar o inimigo de uma forma até brutal.

Pra finalizar, mostraram uma parte do jogo em uma mansão misteriosa onde o tempo parece estar bagunçado lá dentro por algum motivo e você tem que viajar entre as linhas do tempo alternativas pra fazer progresso por lá: Um presente onde a mansão está destruída e sem ninguém e um passado onde ela tá conservada e cheia de gente. Você pode usar um equipamento pra ver o que se passa na outra linha do tempo, quais inimigos estão lá, quais caminhos são possíveis pra passar que na sua linha do tempo são bloqueados e vice versa, e planejar a sua estratégia com base nisso. Porra, Dishonored 2 tá parecendo exatamente o que uma sequência deve ser: Melhorar o que já era bom no anterior, descartar o que era ruim, consertar o que não é ruim, porém questionável, e trazer novas ideias criativas pra fórmula. Não preciso nem falar que é um dos jogos da E3 que mais me chamaram atenção, não é mesmo?

Pois é, fora esses, nenhuma outra coisa na conferência da Bethesda me chamou tanta atenção assim. Não, não me empolguei com o novo Prey e nunca joguei Fallout, um dia quem sabe eu jogo, mas sabe-se lá quando esse dia vai chegar. Mas ok, agora é hora de dar uma olhada na conferência da Microsoft e ver se eles não vão me matar de desgosto mostrando aquele Conker...

Conker... Argh... O que fizeram com você? Por que isso foi permitido?

Vai se auto-fornicar, Microsoft!


Caralho, Gears of War ainda é uma coisa! Talvez eu deva jogar o resto dos jogos da série que não são o primeiro e o segundo... Talvez, o problema é que as pessoas que jogaram eles não me empolgaram tanto assim pra fazer o mesmo, mas provavelmente é algo que eu vou fazer alguma hora já que eu não necessariamente odeio Gears of War e acho os dois primeiros jogos que eu joguei legitimamente bons.

Então de qualquer forma, Gears of War 4 foi mostrado nessa conferência, e jogado por um dos desenvolvedores e a Laura Bailey... Provavelmente a dubladora mais bonitinha que eu já vi na minha vida até hoje. Então como Gears of War 4 está? Bem... Definitivamente é Gears of War. Os personagens que parecem aqueles bonecos parrudões com os quais a gente brincava quando criança estão ali, apesar que o Marcus Fenix não apareceu em momento algum, mas o resto tá tudo lá: Sistema de coberturas? Confere. Tiroteios? Confere. Execuções com motosserras e ataques corpo-a-corpo? Confere. Inimigos com mira pior do que Stormtroopers que conseguiram errar os tiros que davam quando os personagens tavam parados tentando levantar uma catapulta... Confere?

... Por que Gears of War 4 chamou minha atenção mesmo? Honestamente, o que eu tô vendo aqui não é muito diferente dos jogos que eu já joguei, exceto que tem umas armas novas aí como um atirador de discos cortantes, mas... É o máximo que eu tô conseguindo pensar, não vi nenhuma mecânica nova, nem uma gimmick inédita e nem nada disso, parece aquele tipo de sequência que é só uma versão marginalmente melhorada dos jogos anteriores. Sei lá, deve ter sido a Laura Bailey, ela é uma gracinha mesmo, né?

Mas ei, se você é um sujeito fanático por Gears of War, comprando Gears of War 4 na pré-venda você ganha o primeiro Gears of War remasterizado de graça... Isso é bem legal, sério. Mais desenvolvedoras deviam fazer esse tipo de coisa ao invés de vender jogo da geração passada remasterizado a preço de 60 dólares, como se fosse um jogo totalmente novo. E também o General RAAM é um personagem jogável agora no novo Killer Instinct, isso também é bacana.


Ok... Forza Horizon 3. Outro jogo que eu acho que não sei por que caralhos me chamou atenção, especialmente porque eu não ligo pra jogos de corrida que não se chamam Mario Kart, Crash Team Racing, Sonic Riders ou Sonic All-Stars Racing, e ligo menos ainda pra simulador de carro.

Esse post tá meio esquisito, né? Eu sei... Então vou tentar pensar no porquê desse jogo ter pego meu interesse ao invés de eu simplesmente me distrair com outra coisa enquanto espero o gameplay dele acabar. Os gráficos, talvez? Esse jogo é bem bonito, e eu nem falo só dos carros, os cenários também são surpreendentemente detalhados pra um jogo onde eu vou simplesmente passar correndo por eles de carro e ver quase tudo em blur enquanto o faço. Deu pra ver também que os cenários são bem vastos e os terrenos variados, até trocaram de carro no meio da corrida pra um jipe de andar na areia, e depois teve uma corrida de Rally numa floresta que depois foi parar em uma praia que levou até uma pista de rua e por aí vai... Bem, acho que é isso.

Não é um jogo que eu esteja morrendo de vontade de jogar, mas provavelmente um que eu não recusaria a oportunidade de experimentar. Então... Bom trabalho, eu acho.


Final Fantasy XV em uma conferência da Microsoft... Surpresa? Acho que sim...?

De qualquer forma, isso nem me chamou atenção por causa do jogo em si, já vi o que eu tinha pra ver sobre Final Fantasy XV por aí na internet, tanto da história quanto as mecânicas do jogo e até então o máximo que eu tenho a dizer é que parece interessante e definitivamente parece melhor que Final Fantasy XIII... Não que isso seja algo difícil de fazer, mas é sempre bom ressaltar isso antes que a fanbase fique maluca quando esse jogo lançar e diga que ele é uma merda enquanto agora começam a elogiar Final Fantasy XIII não-ironicamente, dizendo que ele que era bom de verdade e foi um jogo incompreendido quando saiu... Você sabe muito bem que a fanbase de Final Fantasy é assim com todo santo jogo novo que sai dessa maldita franquia, ok? E isso é uma coisa que eu simplesmente não posso permitir que aconteça.

Então tá, o que aconteceu aqui foi que o diretor do jogo, Hajime Tabata, foi lá junto com um outro cara pra apresentar o jogo e mostrar o gameplay da missão The Trial of Titan. E é basicamente isso, uma luta entre os protagonistas do jogo e o Titan, aquela summon de terra com um gigante que fode com a porra toda e tals. Parecia ok, até que o cara que tava jogando começou a apanhar pra caralho, não sei se é porque o jogo tava falhando de alguma forma ou o cara que tava jogando mal... Mas foi uma apresentação bem vergonhosa, o que esse cara deve ter ouvido de xingamento depois que o Tabata e ele saíram do palco... Prefiro nem imaginar. Mas dá pra culpar o Tabata? Se eu fosse o diretor de um jogo e um maluco estivesse jogando ele mal na minha frente, eu ia quebrar o console na cabeça do filho da puta e mandar ele aprender a jogar.

Agora se foi só uma falha do jogo mesmo... Ops, foi mal aí, irmão.


O que diabos o Akuma tá fazendo em um Tekken? Eu não sei, mas não vou reclamar porque é uma coisa legal de se ver e já faz um tempo que eu queria ver mais ou menos como ficaria um personagem de Street Fighter em Tekken... Já que pelo visto a Namco mandou Tekken X Street Fighter pro limbo, provavelmente por causa do fiasco que foi Street Fighter X Tekken, ou talvez por dificuldades de adaptar personagens de Street Fighter pra Tekken, ou os dois. Pode ser que o Akuma aí seja uma chance de experimentar com isso pra então trazer Tekken X Street Fighter de volta? É uma possibilidade, e eu gosto de pensar que vão fazer isso sim.

Tekken 7 abre seu trailer com uma cutscene mostrando que o Akuma faz parte da história e tem alguma treta com Heihachi Mishima, alguma coisa relacionada a um nome "Kazumi" que o Akuma mencionou e pelo visto o Heihachi conhece. E a coisa mais legal é que essa cutscene tem uma transição direta pro gameplay assim que o Heihachi desvia do Hadouken do Akuma... Sim, transição de cutscene pra jogo mesmo, sem nenhuma tela de loading pra carregar a luta e nem nada do tipo, espero que isso esteja no jogo, seriosamente. Mostraram um pouco dos movimentos do Akuma, deu pra ver que adaptaram o Hadouken e o Shoryuken, pelo visto a história vai ter uma batalha final entre Kazuya e Heihachi, outros personagens clássicos da série como Law, King, Paul, o Jack da Semana, Yoshimitsu, Xiaoyu e outros também aparecem brevemente... Enfim, foi um ótimo trailer esse aí, me considere impressionado.


EITA CARALHO, O FRANCO OESTE TÁ DE VOLTA! FODE SIM, PORRA!

... Digo, Dead Rising 4 foi revelado nessa E3. Talvez não é nenhuma grande surpresa já que Dead Rising 3 foi um dos exclusivos mais bem sucedidos do Xbox One. A surpresa é que o Frank West tá nesse jogo, porque... Bem, Dead Rising 3 tinha outro cara como protagonista, e o único outro herói da série que aparece na história desse jogo é o Chuck Greene do segundo Dead Rising. Então... Sim, é bom ver o Frank West ter os holofotes de novo, e como a história parece que vai ficar cabeluda pelo que indica o final do 3, ninguém melhor do que o Frankão pra chegar ao fundo desse bagulho. No trailer ele tira selfie com um zumbi colocando "Nice smile #frankisback" como legenda e logo depois já dá pra ver que os caras têm ainda mais armas e veículos lokões pra gente criar: Um crossbow de doces de natal, uma caminhonete com uma catapulta de zumbis na parte traseira e lança-chamas dos lados, um kart elétrico, uma cabeça de fantasia de dinossauro que solta fogo... Tô hypado pra caralho já!

Sim, eu já joguei Dead Rising 2 e os seus DLCs, só nunca falei desse jogo aqui... Mas já falando, é melhor do que o primeiro na maioria dos aspectos, no futuro eu devo falar dele com mais detalhes. Não cheguei a jogar Dead Rising 3, mas como eu queria ver como o jogo ia ser, acabei dando uma lida na história e me auto-spoileei... É, eu sou estúpido. Tenho vergonha da minha estupidez? Nah, eu nem sei quando eu jogaria Dead Rising 3 mesmo, então valeu a pena ter visto isso. Que venha Dead Rising 4, meus amigos, que venha!


E por último, mas não menos importante: Scalebound, o novo jogo da Platinum Games que teve um teaser na E3 do ano passado. Olha, você pode falar o que quiser desses últimos títulos licenciados da Platinum, provavelmente eles não são muito bons mesmo porque é raro jogo licenciado ser bom... Mas em matéria de jogos originais, a equipe do Hideki Kamiya até hoje nunca decepcionou, e Scalebound, apresentado na conferência pelo meu bloqueador do Twitter favorito em pessoa, parece ser mais um pra esse histórico.

Scalebound é um Action RPG que mostra o protagonista, um jovem chamado Drew que vivia no mundo moderno e de alguma forma foi parar num mundo medieval fantasioso, fazendo amizade com Thuban, o último dragão existente nesse mundo. O gameplay parece ser... Um jogo de açao da Platinum com elementos de RPG... Duh. Tem um bocado de coisas no arsenal do nosso herói, no entanto, desde armas diferentes até poderes mágicos e uma espécie de Devil Trigger exceto que ele se transforma no que parece mais um dragão do que um demônio, então... Dragon Trigger...? É, Dragon Trigger serve. Mas ok, todo mundo sabe que o que realmente chamou atenção é que você tem a porra dum dragão obedecendo seus comandos nas batalhas e te deixando até mesmo montar nele pra voar por aí e queimar tudo o que estiver na sua frente, e isso provavelmente é o ponto-chave desse jogo. Tudo isso foi demonstrado nessa demo que tinha os personagens do jogo enfrentando um caranguejo gigante como inimigo... Atacando seus pontos fracos para causar dano massivo e... Ohhh... Eu vi o que você fez aí, Kamiya, seu espertinho, seu...


... Merda.

Ok, já que o Kamiya me bloqueou, acho que a gente vai ter que ir pra conferência da Ubisoft então.


E que conferência chata da porra, viu? Puta merda, o que diabos aconteceu com a Ubisoft? Os caras tentaram transformar uma conferência da E3 na porra dum Talk Show... Não fode, caras, eu tô aqui pra ver jogos e não vocês falando sentados num sofá, quando eu quiser ver algo desse tipo eu ligo a TV e coloco no programa da Fátima Bernardes ou alguma merda do tipo! E nem teve tanta coisa assim que me interessou dessa vez... Só mostraram uns jogos do Tom Clancy que pessoalmente não apelam pra mim, e Trials que também não é minha praia... E nisso, quando South Park: The Fractured But Whole, foi uma surpresa bem agradável.

Considerando que o jogo anterior, South Park: The Stick of Truth, fez sucesso e foi um jogo legal por si só, faz sentido que queiram fazer uma sequência. Mas ao invés de temática medieval, agora é temática de super heróis, porque o pessoal cansou da brincadeira medieval do último jogo, só que Eric Cartman quer mais do que só brincar de super herói: Ele quer ter a maior franquia de filme de super heróis do mundo, com o seu grupo chamado Coon and Friends. Porém... É, alguns discordam do plano e aí isso faz com que os opositores formem um grupo de super heróis próprios e declarem uma guerra civil ao grupo de Cartman... Você certamente já sabe onde essa paródia vai parar, né? Imagino que sim.

O seu personagem pode escolher que tipo de super herói ele quer ser logo de cara: Brutalist, Blaster e Speedster, cada um com seus próprios poderes e habilidades únicas. Enquanto no jogo original o combate era meio genérico apesar de decente, aqui eles meio que tentaram colocar uns elementos táticos e... Honestamente, eu gostei do que eu vi. Dá pra se mover pelo cenário sem muitas restrições, se esconder em coberturas, empurrar inimigos pra longe ou ser empurrado, usar o cenário pra causar dano extra, fazer ataques conjuntos... Enfim, é um sistema bem melhor do que o do primeiro se me você for perguntar. E não se preocupe com o humor característico da série e como ele tá nesse jogo, continua intacto e aparentemente tão bom quanto o do primeiro jogo. Minha parte favorita foi a que o Cartman conta a backstory trágica do protagonista do jogo, simplesmente 10/10, eu veria um filme baseado nessa história comovente.


Eu vou ser brutalmente honesto... Assassin's Creed meio que perdeu meu interesse com o passar dos anos, até hoje nunca joguei Assassin's Creed: Rogue e nenhum dos jogos que saíram pra essa geração atual me chamou tanta atenção assim. O fato de que a Ubisoft conseguiu saturar uma franquia na exata mesma geração onde ela surgiu ainda me impressiona, você tem que ser algum tipo de ser humano descomunal pra conseguir tal feito. E pra ser honesto, eu ando pensando que até alguns Assassin's Creed passados são questionáveis, outro dia eu fui jogar Assassin's Creed III e... Surpreendentemente achei o jogo chato pra caralho e nem animei de continuar, do primeiro Assassin's Creed eu nunca gostei mesmo e Assassin's Creed IV é um jogo legal só quando eu ignoro as missões mundanas da história e saio explorando o mapa com meu navio pirata. Então eu poderia dizer que gostei de verdade só da trilogia do Ezio, e ainda assim o Revelations é bem fraco perto do II e do Brotherhood.

O que diabos? Se Assassin's Creed talvez nunca tenha sido uma franquia tão grandiosa assim pra mim no fim das contas, por que algo relacionado a ela me chama atenção agora? Bem... Digamos que é mais uma curiosidade mórbida do que qualquer coisa, porque Assassin's Creed agora vai ganhar um filme Live Action... Sim, lembra daquelas leves indicações disso que a Ubisoft dava antes? Agora vai virar realidade, e eu tô curioso porque filme Live Action baseado em jogo é uma coisa complicada... Ou vai ser muito ruim, ou então vai ser ok no máximo, e eu sempre quero ver isso porque vai que surge alguma rara exceção a essa regra. Mas ao que parece, grande parte do filme vai se passar no presente... Uh-oh, isso já é uma indicação não muito boa, as partes no presente dos jogos são de longe as piores e mais desinteressantes. Pelo visto eles querem fazer isso porque a série já contou as histórias do passado bem o suficiente, e querem fazer o mesmo com o presente, introduzindo personagens novos, desenvolvendo eles e o caralho a quatro... Enquanto é uma intenção legal, isso é Assassin's Creed, meus amigos, quase todo mundo que for se aproximar de algo relacionado a essa franquia vai esperar assassinos fazendo coisas de assassino no passado.

Eh, ok... Se eles acabarem conseguindo fazer com que esse filme seja bom, eu vou ficar impressionado. Se não conseguirem, vai ser só outro filme ruim baseado em jogo pra lista que pelo visto nunca vai parar de crescer.


E agora chegamos ao jogo da Ubisoft que mais me interessa no momento: For Honor. O que exatamente é For Honor? É meio que um Dynasty Warriors ocidental, exceto que não exatamente 100% ocidental porque tem Samurais no meio do negócio, mas tem Vikings, Cavaleiros e... Bem, é estranho explicar isso, mas simplesmente funciona, vai por mim. Ainda assim o gameplay nem é exatamente como Dynasty Warriors, em grande parte porque em meio a esse simulador de genocida medieval em guerra, os combates contra os generais do exército inimigo parecem ser bem diferentes. São como se fossem duelos onde você "mira" o golpe da sua arma em cima ou em um dos lados e tem que prestar atenção nos movimentos do seu oponente pra dar golpes certeiros, caso contrário você provavelmente vai levar um sacode.

O único problema que eu vi nesse jogo até então é que, assim como Dynasty Warriors, a IA dos seus inimigos não parece ser tão boa assim... Nessa demo a maioria deles ficaram lá parados esperando você matá-los e os únicos que pareciam mostrar algum desafio foram os generais. Dynasty Warriors ainda tinha um sistema de moral onde se o seu exército tava com a moral mais alta os seus aliados ficavam mais agressivos e se a moral do inimigo tava mais alta eles ficavam mais agressivos... Se esse jogo vai ou não ter algo assim eu não sei. Mas ainda tô interessado... E espero que ele não sofra nenhum downgrade que nem um certo jogo da Ubisoft de hackear coisas aí que prometeu muito e entregou pouco.

Sim, eu sei que Watch Dogs 2 apareceu nessa conferência, mas... Meh, pareceu ser mais do mesmo, eu não me impressionei com nada em particular que foi mostrado. Já que é assim, não tem mais nada pra olhar aqui, vamos pra conferência da Sony então.


Sabe aquele anúncio que você sabe que vai vir, tem certeza absoluta de que não vai dar uma fodinha sequer pra ele e depois é surpreso de uma forma completamente inusitada? Pois bem, todo mundo sabia que iam anunciar um novo God of War pro PS4, isso tava tão óbvio quanto a Capcom anunciar um próximo Street Fighter pra nova geração que dessa vez é uma sequência de verdade e não a 99ª versão melhorada do IV. Mas e daí, né? Deve ser só mais uma prequel porque agora que o Kratos morreu no final de God of War III eles não podem mais continuar a história e agora vão ficar contando milhões de coisas que ocorrem antes do primeiro God of War.

Bem... O que apareceu aqui foi um Kratos de barba ensinando um garoto que aparentemente é o seu filho a caçar. Peraí, esse é o Kratos mesmo? Ele não tá dando chiliques com tudo, ou sendo um cuzão e matando gente que não fez nada de errado só pra parecer edgy, ou... Simplesmente sendo o Kratos. Que pegadinha é essa, pessoal? A demo mostra Kratos e seu filho indo à caça, mas pelo visto o moleque ainda não é bom de guerra o suficiente pra acertar flechadas em um cervo... E nem em um demônio nórdico que ataca os dois, porque quem acaba levando flecha quando a oportunidade surge pro moleque mostrar que agora vai é o próprio Kratos. Todo esse ar diferente, o Kratos sendo um personagem mais calmo e criando um filho, a mudança pra mitologia nórdica e todo o gameplay que tá mais pra um The Last of Us com machado (Sim, Kratos usa um machado nesse jogo) do que Hack 'N Slash como God of War era conhecido me levaram a acreditar que isso era um reboot da série, o título que apareceu no final até foi um simples "God of War" e isso me deixou intrigado.

Mas pelo visto não, não é um reboot e sim uma continuação de God of War III, eles vão arrumar alguma desculpa idiota pro Kratos ter sobrevivido ao final daquele jogo e agora estar em Valhalla por algum motivo. Honestamente, isso me deixou um pouco menos interessado no jogo, acharia melhor que fosse um reboot mostrando uma versão alternativa do Kratos em um universo diferente baseado na mitologia nórdica. Meh, pelo menos a intenção dos desenvolvedores é interessante, pois falaram que nesse jogo o Kratos se sente mal com os seus erros do passado e procura controlar a sua raiva que entes o levou a cometer um monte de atrocidades. E é aí que o filho ruim de guerra dele entra, pelo que eu entendi o conceito do jogo é que Kratos vai ensinar seu filho a se tornar um bom de guerra como ele enquanto o moleque ensina ele indiretamente a ser mais humano.

... Então sim, esse novo God of War me parece interessante e eu quero ver onde isso vai parar, talvez essa seja até a primeira vez em que eu realmente me sinto interessado em um jogo dessa franquia. Sempre achei o Kratos um personagem escroto que tomava umas atitudes mais forçadas do que a minha quinta punheta da madrugada e com tanta profundidade quanto uma poça de água, mas ver que até ele mesmo desenvolveu uma auto-consciência e quer mudar isso talvez torne ele o melhor personagem edgy forçado da história dos personagens edgy forçados. Quem diria, hein?


The Last Guardian, o que antes era visto como o Duke Nukem Forever da Sony agora finalmente ganhou uma data de lançamento: 25 de Outubro de 2016. Eu... Não sou tão familiar assim com o trabalho do Team Ico, só joguei Shadow of the Colossus e esse é um dos meus jogos favoritos do PS2, mas... Nunca joguei Ico, e pelo visto esse jogo aí se parece mais com Ico do que com Shadow of the Colossus. De qualquer forma... Os visuais podem até não parecer tão impressionantes assim, talvez por causa de todo esse tempo que o jogo passou em desenvolvimento e o fato de que originalmente ele era pro PS3, mas eu estaria mentindo se a direção artística geral e o design desse cachorro/pássaro/dragão gigante aí não são criativos.

Nesse jogo, o garoto-sem-nome que protagoniza a história tem uma amizade com esse cachorro emplumado gigante e basicamente o jogo parece fazer uso de ambos os personagens pra passar pelos cenários e resolver puzzles na medida em que a história avança. Se eu tenho uma coisa a comentar é que... Eu espero que essa porra tenha um final feliz! Me ouviu, Team Ico? Não venha com essas ideias erradas de matar o protagonista e/ou o animal dele outra vez, seus monstros!

Bem, falando em monstros, teve aquela coisa do Crash aparecer na conferência, mas... Meh, quanto menos falarmos disso, melhor. Só saiba que não é absolutamente nada pelo que valha a pena ficar empolgado, a menos que você goste de Skylanders ou queira adicionar mais remasters pra sua coleção de jogos remasterizados pro PS4.


Uma grande surpresa da conferência da Sony ano passado foi Horizon Zero Dawn, jogo de uma nova IP que tá sendo desenvolvido pelos criadores de Killzone. O jogo se passa em um futuro pós-apocalíptico onde a Terra é dominada por máquinas, e a heroína, Aloy, deve lutar e enfrentar um monte de perigos pra sobreviver. Um mundo aberto que é absurdamente bonito e habitado por um monte de criaturas mecanizadas que vão desde lobos e búfalos até dinossauros, e a demo mostra que Aloy tem arcos com flechas de propriedades diferentes, um estilingue, uma arma que atira mini-arpões [?] pra prender os seus inimigos e uma espécie de varinha que permite que você reprograme um animal mecanizado pra te servir e assim você poder usá-lo de montaria. Isso e também um sistema de escolha de diálogos e crafting através do que você pega dos "cadáveres" dos bichos.

O conceito desse jogo me agrada, e eu também gosto do contraste entre os animais mecanizados, os cenários verdes e o fato de que você joga com uma espécie de índia, dando um ar Steampunk pro jogo. Provavelmente vão ter outras armas, mas o que eu vi até agora não foi ruim e o combate contra o robô que corrompe os animais perto do final da demo foi bem intenso. E olha só, uma mulher é a protagonista, agora a galerinha da justiça social aí pode parar de encher o saco e ir comprar esse jogo se eles realmente se importam com essas coisas ou se só tão falando que video games são misóginos só pra aparecer mesmo.


Quase todo mundo que me conhece sabe que eu tô cagando e andando pra VR, então os milhares de anúncios que usavam essa gimmick que surgiram nessa conferência não me despertaram a menor curiosidade. Mas aí veio Resident Evil 7... Que por sinal eu nunca adivinharia que era um Resident Evil até aparecer o título logo ali na tela. Sério, esse bagulho tava com muito mais cara de Silent Hill do que Resident Evil, até tava pensando que talvez a Sony deu um jeito de fazer Silent Hills voltar e o Hideo Kojima poder desenvolver o jogo novamente... Mas nope, Resident Evil 7.

Essa seria a hora de eu começar a reclamar e dizer que o pessoal da Capcom tá maluco... Mas eh, o que exatamente você espera de Resident Evil a esse ponto? Uma franquia que agora não sabe mais se quer ser Survival Horror ou Ação e ultimamente andou tentando ser os dois ao mesmo tempo com resultados misturados nos dois Revelations. Me diga então... Você tá surpreso que depois dessas coisas a Capcom decida levar a série pra um território de horror psicológico? Ia ser literalmente o meu primeiro chute pra onde mais isso ia parar, e pra ser honesto o jogo em si nem parece ruim pelo que foi mostrado até agora, mas o vídeo da demo que eu vi foi bem monótono, apesar de ter uma atmosfera misteriosa e tudo, a demo em maior parte foi só andar pra lá e pra cá e procurar por objetos... Meh, mas não vou julgar nada por enquanto, ou talvez só não me importo mais com Resident Evil o suficiente pra querer me revoltar como boa parte do pessoal fez.

E falando no Kojima... Ele também anunciou um jogo chamado de Death Stranding na conferência, aparentemente tendo o mesmo protagonista do cancelado Silent Hills. O trailer nem dizia muita coisa, era um cara pelado acordando e vendo um bebê aparentemente morrer e depois surgem essas marcas de mãos pelo corpo dele... Bem, seja lá o que for isso, foi o suficiente pra hypar o pessoal.

Outros jogos que me chamaram atenção, mas não tenho tanta coisa pra falar sobre foram Call of Duty: Infinite Warfare e o novo Spider-Man... O primeiro citado me pareceu ok, o que mostraram foi basicamente um Call of Duty no espaço, e aquele grapple hook pareceu legal, espero que ele não seja usável só em áreas específicas. Já o Aranha... Bem, foi um teaser quase totalmente em CG, mas pelo visto é um jogo de mundo aberto, e eu espero que dessa vez façam algo interessante com esse mundo aberto porque o último desse tipo que foi The Amazing Spider-Man 2 foi um dos piores jogos de 2014... Foi tão ruim que pelo visto fez a Beenox não querer mais fazer jogos do Homem-Aranha, agora a desenvolvedora desse é a Insomniac.

Tem mais algo pra falar? Então... Eu não gostei da roupa desse Homem-Aranha, tá com detalhes demais pra uma roupa que deveria ser simples e essas cores fazem ele parecer uma latinha de Pepsi. Mas ok, tenho certeza que vão ter outros uniformes destraváveis nesse jogo e depois eu poderei escolher o uniforme original ou algum outro que me agrade.

Das conferências foi basicamente isso o que me interessou, mas... E a Nintendo? Pois é, meus amigos, a Nintendo não teve conferência, mas sim uma stream que durou uns dois dias, e o mesmo foi pra Square Enix. Nenhuma das duas streams teve uma infinidade de coisas novas que chamaram minha atenção, a Square nem falou nada sobre Final Fantasy VII Remake e eu já tô meio cansado de ver coisas do XV. Então só me sobrou esperar por coisas sobre o novo NieR que tá sendo feito pela Platinum, felizmente eles mostraram uma luta de boss lá e conversaram com os desenvolvedores, o jogo tá parecendo uma delícia, caras... Ou pelo menos o combate dele tá, mas ainda assim não foi nada que eu já não esperasse ou tivesse visto/lido sobre antes.

Quanto à stream da Nintendo... Vocês já devem imaginar o que foi que me chamou atenção nela.


Claro, The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Nomezinho estranho esse, mas não mais estranho do que Minish Cap. De qualquer forma, esse novo Zelda parece ser a grande aposta da Nintendo agora, sendo lançado tanto pro Wii U quanto pro NX e tendo talvez o mundo aberto mais vasto da história dessa franquia... Ou pelo menos dos jogos 3D dela. De acordo com Eiji Aonuma, após Skyward Sword, eles realmente sentiram a necessidade de fazer um Zelda com um mundo maior e não-linear, e pelo visto não só o jogo não te "obriga" fazer certas coisas em ordens específicas pra progredir na história, mas também dizem que você não vai precisar terminar essa história pra zerar ele, se quiser dá pra encarar o Final Boss logo após a sequência de introdução... O que talvez indique que esse jogo possa ter finais alternativos dependendo de quando você for derrotar esse Final Boss, que nem o New Game+ de Chrono Trigger.

Foi mostrado também que... Bem, o jogo quase inteiro tá diferente de qualquer outro Zelda 3D, e o que muita gente anda falando que é cópia de Skyrim ou coisas do tipo pra mim parece uma mudança que vem sido necessária há tempos. Os jogos 3D de Zelda depois do Nintendo 64 vêm usando esse mesmo "esqueleto" pro gameplay que Ocarina of Time construíu há tempos e a série já havia recebido umas críticas desde Twilight Princess por supostamente ter controles datados, e mesmo Skyward Sword que teve um combate diferente não escapou dessas críticas. Agora a Nintendo parece ter chutado o pau da barraca e mudado o gameplay consideravelmente dessa vez, pois o Link pode pular e até escalar montanhas ou subir em árvores, pode até usar o seu escudo como snowboard pra descer nas montanhas por aí. E o combate apesar de ainda parecer similar ao que já tinha antes na série com a mecânica de lock-on, esquivas e tudo, mostrou que tem uns inimigos mais agressivos e que você pode pular pra dar um golpe aéreo também, além de poder usar as armas dos inimigos derrotados caso tenha pego.

É, pelo visto Breath of the Wild vai ter uma caralhada de armas diferentes, e também vai ter como equipar roupas e acessórios diferentes no Link, imagino quantas possibilidades diferentes esse negócio deve ter só de ficar explorando o mapa atrás de coisas novas. E claro, pra continuar "copiando" Skyrim, esse Zelda também tem itens que servem e comida e podem ser cozinhados pra recuperar sua saúde, só espero que não seja uma coisa tão redundante quanto Skyrim que tinha isso mas também tinha as poções e outros meios de cura que eram bem mais eficientes. Outras coisas interessantes que comentaram também é que o Link tem um artefato que inicialmente só te dá um mapa pra se orientar, mas com upgrades no futuro ele vai ter funções que vão de olhar stats dos inimigos até o poder de parar o tempo. E por último a função dos amiibos, que são outra coisa pra qual eu não ligo também, mas dessa vez fizeram com que eles realmente alterassem o gameplay, por exemplo usando um amiibo do Wolf Link ele vai usar os dados do seu save de Twilight Princess HD pra trazer o próprio Wolf Link com a mesma quantidade de corações que você tem no save a esse jogo como um personagem assistente.

De fato, esse jogo me deixou bem apreensivo, só me decepciona que ele não foi demonstrado em uma conferência de verdade da E3, seria bem mais empolgante, se você me perguntar... Mas tudo bem, quem sabe na E3 do próximo ano se o jogo já não tiver sido lançado até lá, porque aparentemente a data de lançamento tá prevista pra 2017.

No geral... Qual é a minha conclusão sobre a E3 2016?


Apesar dos pesares... Foi ok, tiveram coisas do meu interesse e surpresas o suficiente pra eu dar a ela um passe. Não teve aquele Conker novo horroroso da Microsoft, o novo God of War surpreendentemente me deixou intrigado, Dishonored 2 parece ser um jogo bem caralhudo, teve Dead Rising 4... E por aí vai, o que eu tinha de negativo pra falar eu já falei antes, então acabou.

Tchau, vai ter uma vida ou algo assim e volte aqui depois.

{ 27 comentários }

  1. Eu fiquei tão nervoso com a parte do Crash que nem quis ver o resto da conf da sony

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    1. Você esperava mesmo um jogo novo do Crash?

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    2. Bem... Eles deram um monte de indicações de que vai ter coisa do Crash no futuro, então eu nem culpo quem esperava um jogo novo.

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  2. Viu o novo Paper Mário? Ele grita Sticker Star na sua fórmula

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    1. Vi pouca coisa, mas esses Sticker Star não é o Paper Mario que o pessoal não gosta?

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    2. É o Sticker Star, mas nem é tão ruim assim, só não chega nem perto de se comparar com os outros

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  3. Esse God of War parece mais The Last of Us do que God of War, pode apostar que o Kratos ou o filho dele vai morrer uma hora.

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    1. Bora fazer um bolão e apostar se vai ser o Kratos ou o filho que morre em algum momento

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    2. Eu aposto no kratos

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  4. Mas se o Kratos foi pro Valhalla, então isso significa que ele morreu sim.

    Valhalla na mitologia nórdica é o lugar pra onde vão os guerreiros que morreram em batalha, a menos que GoW distorça isso igual distorceu quase tudo da mitologia grega.

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  5. ryu eu acompanho teu blog n faz muito tempo e eu n vi a tua critica sobre god of war

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    1. Ah, eu deletei ela porque era antiga e tava uma bosta... Mas existe a possibilidade de eu jogar o primeiro God of War de novo e fazer uma review melhor agora.

      Só não sei quando isso vai acontecer.

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  6. Informação mais relevante desse post: Ryu se masturba 5x de madrugada

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    1. queria saber qual foi a inspiração dele pra fazer tanto trabalho manual

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    2. eu me masturbei pro novo zelda

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  7. E a live stream da SEGA? Eles falaram do Sonic Boom Fire & Ice poxa, jogão kkkkkk

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  8. Eu tou botando fé que o Skylanders e esses remasters do Crash são pra depois chegarem com o jogo novo de vdd.

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    1. Estao preparando terreno pra apresentar o pesonagem a uma nova audiencia, preparando um jogo novo com o sucesso dos remakes.

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  9. Desses jogos aí vou comprar uns 5 e talz.
    Eu meio que to me sentindo um bosta por comprar esse Skylanders só por causa do Crash.
    E se tu tá sentindo tesão libidinal por esse GOW,eu SINTO que vou odialo;O ângulo da câmera,a falta de lâminas,como o Kratos parecia "pesado" e lento etc...To pessimista pra porra.
    Aliás,eu também preferiria um "Reboot" em vez de ter que ser no mesmo universo e tal.
    Porra,muito foda toda mitologia o Kratos matar os caras.
    Última coisa:Tu acha que o Kratos é EDGY só pq ele matava os inocente etc?Eu tenho quase certeza que ele fazia isso pra ser cuzão mesmo né o porra.

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  10. A demo de RE7 me fez refletir e perceber que RE6 talvez nem é tão ruim assim

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  11. Eu pagaria pra ter esse Neymar Simulator, sem zueira.

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  12. Você viu o trailer do Ni-Oh? Me pareceu um jogo muito interessante,apesar de parecer um pouco com Dark Souls.

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  13. Vamos falar de coisa boa, vamos falar do novo Call Of Duty (aka FPS Genérico Futurístico Nº: 543694).

    Não vou negar, meu dong expandiu quando eu ví aquele novo Zelda alí.

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  14. ps: copiar skyrim = mundo aberto q não tenha ambientação moderna

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  15. Meio offtopic aqui mas, Mighty No. 9 lançou, foi mal recebido pra caralho pela critica (e pelo pessoal que doou dinheiro pra campanha do Kickstarter) e virou até uma espécie de dank meme por causa daquele negócio de "Make the Bad Guys cry like an Anime fan on prom night"...

    Enfim, tu pretende jogar essa bagaça aí ou não?

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    1. Acabei de perceber que tu já fez uma postagem sobre o jogo.

      Me surpreendeu você ter falado sobre esse jogo tão cedo assim, conhecendo bem o padrão no qual você lanças as postagens do blog, eu imaginei que tu fosse falar sobre ele só no ano que vem.

      De qualquer forma, tu salvou minha madrugada fria de domingo.

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